Sinkope — El carro de la vida letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "El carro de la vida" de Sinkope.
Letra
Yo que a la vida le he dao un montón de bocaos aún tengo hambre
Y sin alardes pateo por este jaleo en busca de aire
Pues se que tarde o temprano vendrá una mano sin miedo a cobrarme
Y esta no se anda con cuentos, ni pierde el tiempo ni viene en balde.
(No viene en balde…)
Así que voy a seguir en este festín orquestao por los años
Pillando de aquí y de allí, limando los tajos y los golpes bajos
Leyendo las cicatrices de las heridas que adornan mi vida que a poco que se
descuida se vuelve a cortar
Y me unto con sal y sano enseguida, le doy al panal otra ristra de muerdos
Y guardo el recuerdo pa que no digan que fue un farol
Y busco timón si voy a la deriva y me hago terrón pa no entrar en la criba
Y si en la pelea sufro desgarro me arreglo con barro
Y subo al carro de la vida, a seguir batallando mientras vayan quedando cartas
pa la partida
Y subo al carro de la vida, del que empujan los años y tiran los días…
Del que empujan los años y tiran los días
Y yo que he tenío algún aviso, con más gana piso por estos lares
Mostrando mis malabares, cogiendo oficio hasta que me gaste
Sabiendo que mi fortuna no sólo es la luna también son mis pasos
Y si mis pasos no avanzan me las apaño
Y como del cielo, bebo de charcos, marco tu cuerpo en mi retina
Y bajo una encina tiendo tus besos para dormir
Y me despierto y busco alegría pruebo sabores que trae el nuevo día,
y cojo de guía la cola de viento que a mi pecho amarro…
Y subo al carro de la vida, con lo bueno y lo malo que tienen los palos que nos
endiñan
Y subo al carro de la vida, del que empujan los años y tiran los días…
Del que empujan los años y tiran los días…
Hoy te quiero a mi lado por si sufro averías
Tradução da letra
Eu que à vida lhe dei um monte de bocados ainda tenho fome
E sem alarde eu chuto por esta confusão em busca de ar
Bem sei que mais cedo ou mais tarde virá uma mão SEM meDo de me cobrar
E esta não se anda com histórias, nem perde tempo nem vem em balde.
(Não vem em balde…)
Por isso vou continuar nesta festa orquestral ao longo dos anos
Apanhando daqui E dali, limando os tajos e os golpes baixos
Lendo as cicatrizes das feridas que adornam minha vida que a pouco que você
não te preocupes ele volta a cortar
E eu me unto com sal e sano imediatamente, dou ao favo de mel outra ristra de mordidas
E eu manter a memória pa que eles não dizem que foi um blefe
E eu estou procurando leme se eu vou à deriva e eu faço Pa protuberância não entrar na peneira
E se na luta sofro rasgo me arranjo com lama
E subo ao carro da vida, a continuar a lutar enquanto vão ficando cartas
pa o jogo
E subo ao carro da vida, do qual empurram os anos e atiram os dias…
Do qual os anos empurram e jogam os dias
E eu que tive algum aviso, com mais ganha chão por estes lados
Mostrando meus malabarismos, pegando ofício até que eu gaste
Sabendo que minha fortuna não é apenas a lua também são meus passos
E se os meus passos não avançarem fico com eles
E como do céu, bebo de poças, marco o teu corpo na minha retina
E sob um carvalho eu tendem seus beijos para dormir
E eu acordo e procuro alegria gosto de sabores que o novo dia traz,
e coxo de guia a cauda de vento que ao meu peito amarro…
E subo ao carro da vida, com o bem e o mal que têm os paus que nos têm
endianan
E subo ao carro da vida, do qual empurram os anos e atiram os dias…
Do qual os anos empurram e jogam os dias…
Hoje quero te ao meu lado caso sofra avarias