Sinkope — Cuando Te Pones La Falda letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cuando Te Pones La Falda" de Sinkope.

Letra

No sangra el viento aun durmiendo entre rosales
Ni aunque se enrede en nubes de alambre de espino
No sangra el viento por más que lluevan cristales
No sangra el viento ni clavándole cuchillos
No sangra el viento porque juegue en un zarzal
No sangra el viento cuando se cae al vacío
Ni al meterse en líos de navajas enfadás, ni
Al pincharse con juncos cuando bebe en el río
El viento sólo sangra cuando llevas tu pelo recogío
Cuando no te pones falda, cuando ya barrunta el frío
Y se acabó rozar tu espalda, se acabó rozar tu ombligo:
Entonces el viento sangra, sangra por sus ojillos;
Tiene alergia a la manga larga y el invierno ha aparecío
Y tú no sales de casa. Y el viento muerto de frío
Tú te arropas con mantas y él sopla con más brío;
En la puerta de tu casa están sangrando ojillos
No sangra el viento aunque le arañen los gatos
Ni al sentarse un rato en el lomo de un erizo
Ni al bailar desnudo cuando pescan los albatros
Ni al caminar descalzo por abrojosos caminos
No sangra na aunque se corte las venas. No sangra na porque se abrace a
chumberas
No sangra na por más que coja carrera y
Se estrelle, de frente, otra vez, contra tu puerta
El viento sólo sangra cuando llevas tu pelo recogío
Cuando no te pones falda, cuando ya barrunta el frío
Y se acabó rozar tu espalda, se acabó rozar tu ombligo:
Entonces el viento sangra, sangra por sus ojillos;
Tiene alergia a la manga larga y el invierno ha aparecío
Y tú no sales de casa. Y el viento muerto de frío
Tú te arropas con mantas y él sopla con más brío;
En la puerta de tu casa están sangrando ojillos

Tradução da letra

Não sangra o vento mesmo dormindo entre rosales
Nem mesmo se emaranhado em nuvens de arame farpado
Não sangra o vento por Mais que chovam cristais
Não sangra o vento nem lhe apunhala facas
O vento não sangra porque joga num zarzal
O vento não sangra quando cai no vazio
Nem ao meter-se em sarilhos de canivetes zangas, nem
Ao picar com juncos quando bebe no Rio
O vento só sangra quando usas o cabelo recolhido
Quando você não usa saia, quando já varre o frio
E acabou-se roçar as tuas costas, acabou-se roçar o teu umbigo:
Então o vento sangra, sangra pelos seus ilhós;
Tem alergia à manga comprida e o inverno apareceu
E tu não sais de casa. E o vento morto de frio
Você se veste com cobertores e ele sopra com mais brio;
Na porta da sua casa estão sangrando ilhós
O vento não sangra mesmo que os gatos lhe arranhem
Nem ao sentar se um pouco no lombo de um ouriço
Nem ao dançar nu quando os albatrozes pescam
Nem ao caminhar descalço por caminhos abrojosos
Não sangra na mesmo se você cortar as veias. Não sangra na porque se abrace a
chumberas
Não sangra na por Mais que pegue corrida e
Despenhe-se, de frente, outra vez, contra a tua porta
O vento só sangra quando usas o cabelo recolhido
Quando você não usa saia, quando já varre o frio
E acabou-se roçar as tuas costas, acabou-se roçar o teu umbigo:
Então o vento sangra, sangra pelos seus ilhós;
Tem alergia à manga comprida e o inverno apareceu
E tu não sais de casa. E o vento morto de frio
Você se veste com cobertores e ele sopra com mais brio;
Na porta da sua casa estão sangrando ilhós