Silvina Garre — A Estos Hombres Tristes letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "A Estos Hombres Tristes" de Silvina Garre.

Letra

Salva tu piel, la ciudad te llevó el verano
Ponte color, que al morir los hombres son blancos
Más blancos que al volar sin volver
Sin volver que al volar sin volver
Tú tienes pies y tienes manos, pero no se ven
Si tus pies hoy nacieron viento, déjalos correr
Y si tus manos con las plantas, déjalas crecer
Vive de azul porque azul no tienes domingos
Ríete al fín, que llorar trae tanto frío
Más frío que olvidar como ver
Como ver, que olvidar, como ver
Una vez vi que no cantabas y no se porqué
Si tienes voz, tienes palabras, déjalas caer
Cayéndose suena tu vida
Aunque no lo creas
Cuánta ciudad, cuánta sed, y tú un hombre solo
Cuánta ciudad, cuánta sed, y tú un hombre solo
Cuánta ciudad, cuánta sed, y tú un hombre solo
Cuánta ciudad, cuánta sed, y tú un hombre solo
Cuánta ciudad, cuánta sed, y tú un hombre solo
Cuánta ciudad, cuánta sed, y tú un hombre solo

Tradução da letra

Salve sua pele, a cidade levou o verão
Põe cor, que quando morrem os homens são brancos
Mais brancos do que voar sem voltar
Sem voltar do que voar sem voltar
Tu tens pés e mãos, mas não se vêem
Se seus pés hoje nasceram vento, deixe-os correr
E se suas mãos com as plantas, deixe-as crescer
Vive de azul porque azul não tem domingos
Ri ao fim, que chorar traz tanto frio
Mais frio do que esquecer como ver
Como ver, que esquecer, como ver
Uma vez vi que não cantavas e não sei porquê
Se você tem voz, você tem palavras, deixe-as cair
A cair soa a tua vida
Acredite ou não
Quanta cidade, quanta sede, e tu um homem só
Quanta cidade, quanta sede, e tu um homem só
Quanta cidade, quanta sede, e tu um homem só
Quanta cidade, quanta sede, e tu um homem só
Quanta cidade, quanta sede, e tu um homem só
Quanta cidade, quanta sede, e tu um homem só