Shai Hulud — Medicine to the Dead letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Medicine to the Dead" de Shai Hulud.

Letra

These lands are far from silent.
Resounding with the tumult of the dead:
No words awash with depth or concepts wiser than unwise.
All notions of sanity are laid to rest within walking drones.
The living lifeless, straw men set to burn.
No cures.
No means to inject sense into the senseless.
No Hope
Medicine to the dead.
And forward without foresight, further down a destructive path,
Step to a future in flame.
The exchange of thought and communication for heedless instinct will leave us charred, not merely shamed.
Left in a woe fused with wrath.
No cures.
None who believe to be well will ever be healed.
Nor the sick who dare to speak outside the realm of reason.
A hospice in vain dispensing medicine to the dead,
Our kingdom is lost.
Crack open the stiffened mouths of the skulls.
Delight in the breaks.
Overdose the dead with proven remedies,
And we remain no less hopeless.
We live among the fiercely ignorant and irrational.
There is reason to fear.
Among the fiercely ignorant there is always reason to fear.
The blind and sick and mad believe they are sane.
My kingdom for a conversation.
Our kingdom is lost.

Tradução da letra

Estas terras estão longe de serem silenciosas.
Ressoando com o tumulto dos mortos:
Não há palavras cheias de profundidade ou conceitos mais sábios do que imprudentes.
Todas as noções de sanidade são colocadas para descansar dentro de drones ambulantes.
Os homens de palha, sem vida, prontos a arder.
Não há curas.
Não há forma de injectar sentido nos sem sentido.
Sem Esperança
Remédio para os mortos.
E para a frente, sem previsão, mais adiante por um caminho destrutivo,
Um passo para um futuro em chamas.
A troca de pensamento e comunicação pelo instinto sem piedade vai deixar-nos carbonizados, não apenas envergonhados.
Deixado numa aflição fundida com a ira.
Não há curas.
Ninguém que acredite estar bem será curado.
Nem os doentes que se atrevem a falar fora do reino da razão.
Um hospício em vão distribuindo remédios para os mortos.,
O nosso reino está perdido.
Abre as bocas endurecidas dos crânios.
Deleite-se nas pausas.
Overdose de mortos com remédios comprovados,
E não ficamos menos desesperados.
Vivemos entre os ferozmente ignorantes e irracionais.
Há razões para temer.
Entre os ferozmente ignorantes há sempre razões para temer.
Os cegos, doentes e loucos acreditam que são sãos.
O meu reino para uma conversa.
O nosso reino está perdido.