Shai Hulud — Cold Lord Quietus letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cold Lord Quietus" de Shai Hulud.

Letra

No, we do not welcome the day,
Though we quietly pled for the end inside.
Neither time nor daybreak will suppress this nightmare.
This we take to our graves.
True living and breathing death.
Every breath is surely the last.
But another…
How many more will follow--
And another…
How many more can be endured…
Broken whispers; shy touches to passing flesh.
A twitch of life. A cold shudder.
Defy the instinct to recoil.
Yet another breath…
Ignore your pain
You are not your own,
You are the strength of life and love
To usher in the end.
Hearts besieged by lament and relentless trial are pumping cold blood.
Glacial and ceaseless desolation commands the stillness we have become.
Submit to fear.
Bow to sorrow.
Assent to death.
The cold lord governs by decree.
Yes, we welcome the day, precisely the hour,
We plead for the grave;
This, our bitter confession.
Conquered long before we begin to suffer the loss,
Death holds dominion over more than the dying.
Aching for the next reachable paradise.
Awaiting the last…
Dear lord, not another breath.
Cold Lord impacts the loss, bound with resulting relection, deep and
depreciating.
Was I mindful…
Have I suffered…
Am I of warmth…
Worth affection…
Capable of love…
A vessel of hate and bitterness…
In this death so close, beset with travail,
I am aware of my every fault and failure.
Now rest;
Leave your venom behind.
May we all have such strength

Tradução da letra

Não, Não nos damos bem com o dia,
Apesar de nos termos esforçado para chegar ao fim lá dentro.
Nem o tempo nem a alvorada Irão suprimir este pesadelo.
Isto levamos para as nossas sepulturas.
A verdadeira morte viva e viva.
Cada respiração é certamente a última.
Mas outro…
Quantos mais se seguirão--
E outro…
Quantos mais podem ser suportados…
Sussurros quebrados, toques tímidos na carne que passa.
Um tique de vida. Um arrepio frio.
Desafia o instinto de recuar.
Mais uma respiração…
Ignora a tua dor.
Você não é seu próprio,
Tu és a força da vida e do amor
Para inaugurar o fim.
Corações sitiados por julgamentos lamentáveis e implacáveis estão a bombear sangue frio.
A desolação Glacial e incessante comanda a quietude em que nos tornámos.
Submete-te ao medo.
Curve-se à tristeza.
Assentimento à morte.
O Senhor Frio governa por decreto.
Sim, damos as boas-vindas ao dia, precisamente à hora,
Nós imploramos pela sepultura;
Isto, a nossa confissão amarga.
Conquistado muito antes de começarmos a sofrer a perda,
A morte domina mais do que os moribundos.
Ansiando pelo próximo paraíso alcançável.
À espera do último…
Meu Deus, nem mais um sopro.
O Senhor Frio impacta a perda, ligada à relecção resultante, profunda e
depreciar.
Fui consciente…
Eu sofri…
Sou de calor…
Vale a pena afeição…
Capaz de amar…
Um receptáculo de ódio e amargura…
Nesta morte tão próxima, cheia de dores de parto,
Estou ciente de todas as minhas falhas e falhas.
Agora descansa.;
Deixa o teu veneno para trás.
Que todos tenhamos tanta força