Seryn — Ivory Black letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ivory Black" de Seryn.
Letra
The less and less I sing
As my skin begins to creep
For I recognize the truth
About the permanence of me
And we are paper-thin
We’re tearing at the folds
You’re living if you’re warm
But I’m just feeling…
Cold, but I’m not dead
Carrying all these fears on wings of lead
Coursed between the cracks
Burn my bones to ivory black
The less and less I sing
As my mouth begins to feed
On any ease I find
But nothing that I need
The moment I am sure
I am sure to second guess
I’ll never learn to fly
If I never leave this nest
The moment I am sure
I am sure to second guess
I’m not looking for a home
I’m just looking for some rest
And like a wooden frame
With silk-screen for a hide
From my pores I recreate
The same old stupid lies
And with my teeth and with my nails
I’ll scratch off my designs
Cold, but I’m not dead
Carrying all these fears on wings of lead
Coursed between the cracks
Burn my bones to ivory black
And like a wooden frame
With silk-screen for a hide
From my pores I recreate
The same old stupid lies
And with my teeth and with my nails
I’ll scratch off my designs
Tradução da letra
Cada vez menos canto
Quando a minha pele começa a crepitar
Pois reconheço a verdade
Sobre a permanência de mim
E nós somos de papel fino
Estamos a rasgar as dobras
Estás a viver Se estiveres quente
Mas estou apenas a sentir…
Frio, mas não estou morto.
Carregando todos esses medos nas asas do chumbo
Entre as fissuras
Queimem os meus ossos a negro de marfim
Cada vez menos canto
À medida que a minha boca começa a alimentar-se
À vontade que encontrar
Mas nada que eu precise
O momento que tenho a certeza
Tenho a certeza de duvidar
Nunca aprenderei a voar
Se eu nunca deixar este ninho
O momento que tenho a certeza
Tenho a certeza de duvidar
Não estou à procura de casa.
Estou só à procura de um descanso.
E como uma moldura de madeira
Com tela de seda para um esconderijo
Dos meus poros recriei
As mesmas velhas mentiras estúpidas.
E com os meus dentes e as minhas unhas
Vou riscar os meus desenhos.
Frio, mas não estou morto.
Carregando todos esses medos nas asas do chumbo
Entre as fissuras
Queimem os meus ossos a negro de marfim
E como uma moldura de madeira
Com tela de seda para um esconderijo
Dos meus poros recriei
As mesmas velhas mentiras estúpidas.
E com os meus dentes e as minhas unhas
Vou riscar os meus desenhos.