Sergio Cammariere — Carovane letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Carovane" de Sergio Cammariere.
Letra
Rammento l’armatura
Su cui si stende il tuo vermiglio manto
Caduto al suolo nella brulicante arsura
Di mille paleontologi in disparte
Si fanno largo in mezzo alle alte mura
Uomini e donne atterriti dalla sorte
Pagano il prezzo che Libertà li accolse
Ombre nel vuoto della nomenclatura
Strisciano il fondo tra serpenti ubriachi
Occhi di madreperla e cuori infranti
Restano feriti dall’usura
Di un cielo di volatili ondeggiante
Per questo e per mutevoli sentieri
Cadono le stelle degli amanti
A ricordar' che dove tutto sembra vero
E' solo un sogno a cui si affrettano distanti
Le carovane cariche d’oblio
Lo spirito recando in altrettanti
Luoghi dove indomìto è il desìo
E la campana suona un’ora avanti
Chi può tra queste oasi di rimpianto
Dice il suo verso e giura devozione
Colui che ascolta si ferma o torna indietro
Ma non c'è niente di nuovo che si oppone
Tra me e questi lamenti di sciamani
Restano lì come impaurite oppure assorte
Le maschere dai cuori riluttanti
E i carri degli Achei pronti alla morte
Stazioni e treni sono i mesi e gli anni
Si fermano e ripartono ogni ora
Lasciando dietro a sé solo il ricordo
Di un impossibile rincorsa che avvalora
La tesi di cui qui trasformo in canto
Il segno che rimane e non consola
La mela da cui Eva staccò il morso
E più mi perdo e più mi riconosco
Tradução da letra
Lembro-me da armadura.
Em que jazia o teu manto de vermelhão
Caído no chão na ardente queimadura
De mil paleontólogos à margem
Eles fazem o seu caminho através das paredes altas
Homens e mulheres aterrorizados pelo destino
Eles pagam o preço que a liberdade os acolheu
Sombras no vazio da nomenclatura
Rastejando no fundo entre cobras bêbadas
Olhos de madrepérola e corações partidos
Eles permanecem feridos pelo desgaste
De um céu de pássaros balançando
Para isso e para mudar caminhos
As estrelas dos amantes caem
Para lembrar que onde tudo parece verdadeiro
É apenas um sonho para o qual eles se afastam
As caravanas carregadas de esquecimento
O espírito transportando em tantos
Lugares onde o desejo é indomável
E o sino toca uma hora à frente
Quem pode, entre estes oásis de arrependimento
Ele fala o seu verso e jura devoção
Quem ouve pára ou volta atrás
Mas não há nada de novo que se oponha
Entre mim e este xamã a choramingar
Ficam lá assustados ou absorvidos
Máscaras de corações relutantes
E os carros dos Aqueus prontos para morrer
Estações e trens são Meses e anos
Param e partem a cada hora.
Deixando para trás apenas a memória
De uma fuga impossível que valida
A tese da qual aqui me transformo em Canção
O sinal que permanece e não consola
A maçã da qual Eva tirou a dentada
E quanto mais me perco, mais me reconheço