Sepultura — The Hunt letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Hunt" de Sepultura.
Letra
We went into town on the tuesday night
Searching all the places that you hang about
We’re looking for you
In the back street cellar dive drinking clubs
In the discotheques and the gaming pubs
We’re looking for you
You will pay the price for my own sweet brother
And what he has become
And a hundred other boys and girls
And all that you have done
We picked up the trail at the Seven Crowns
One of your cronies — he was doing your rounds
We followed him
Just a silhouette figure up market pass
Where the headlamps shine on the groken glass
We followed him
Over the bridge by the old canal
Where the shadows dance on the lighted wall
He stopped to light up a cigarette
And we dived into a doorway
No Police, no summous, no courts of law
No proper procedure, no rules of war
No mitigating circumstance
No lawyers fees, no second chance
There are lasses getting trouble on their own home beat
There are old folk battered in the open street
In this city of ours
There are eyes that see but say nothing at all
There are ears that hear but they don’t recall
In this city of ours
So we followed your man back to your front door
And we’re waiting for you outside
'Cos not everybody here is scared of you
Not everybody passes on the other side
No police, no summons, no courts of law…
And we could spent our whole lives waiting
For some thunderbolt to come
And we could spent our whole lives waiting
For some justice to be done
Unless we make our own
No police, no summons, no courts of law…
Tradução da letra
Fomos à cidade na noite de terça-feira.
À procura de todos os lugares por onde andas
Estamos à tua procura.
Na cave das Traseiras, bares de bebidas.
Nas discotecas e nos bares de jogos
Estamos à tua procura.
Vais pagar o preço pelo meu querido irmão.
E no que ele se tornou
E cem outros rapazes e raparigas
E tudo o que fizeste
Apanhámos o rasto nas sete coroas.
Um dos teus amigos estava a fazer as tuas Rondas.
Seguimo-lo.
Apenas uma silhueta descobrir o passe do mercado
Onde os faróis brilham no vidro groken
Seguimo-lo.
Sobre a ponte junto ao velho canal
Onde as sombras dançam na parede iluminada
Ele parou para acender um cigarro.
E mergulhámos numa porta
Sem polícia, sem intimação, sem tribunais
Sem procedimentos adequados, sem regras de guerra
Sem circunstâncias atenuantes
Sem honorários de advogados, sem segunda oportunidade
Há miúdas a ter problemas na sua própria casa.
Há pessoas velhas espancadas na rua aberta.
Nesta nossa cidade
Há olhos que vêem mas não dizem nada
Há ouvidos que ouvem mas não se lembram
Nesta nossa cidade
Então seguimos o seu homem até à porta da frente.
E estamos à tua espera lá fora.
Porque nem toda a gente aqui tem medo de TI
Nem toda a gente passa para o outro lado.
Sem polícia, sem intimações, sem tribunais.…
E podíamos passar a vida inteira à espera
Para um raio qualquer vir
E podíamos passar a vida inteira à espera
Para que alguma justiça seja feita
A menos que façamos o nosso
Sem polícia, sem intimações, sem tribunais.…