Sarah McLachlan — Awakenings letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Awakenings" de Sarah McLachlan.
Letra
When we first me the well was dry
A long, dark winter passed us by With shooting stars and hopeful hearts
Our worlds collide
And so we rushed to fill each other in Quick to feed our hungry hopes
A feast of our affections we were born anew
With open eyes we tried to make it work
And for a while the magic took
But cracks began to show as soon as things got hard
Like paper walls our feelings tore
We threw our backs against the door
Unwilling to bear witness to the other side
Oh, the games we play to hide the tangled dread inside
The fear that we are going nowhere fast
So we point the finger out, the anger gets so loud
It drowns out all the sorrow, at least until tomorrow
What then?
I took a good hard look at how I loved
Years I squandered falling fast
For any boy who’d have me was so insecure
I’d lie awake alone at night
Full of loathing, compromised
And wondering how the hell did I end up like this
Oh, the tears of rage I cried
When nowhere could I find
An answer that made any kind of sense to me
I point the finger out, the anger gets so loud
It drowns out all the sorrow, at least until tomorrow
What then?
Oh I wanna learn, I wanna know
Will our history crush us or can we let it go?
I’m not the girl I was but what have I become?
I’m not so willing anymore to bend
Still pleasing and conceding
But I’m not gonna lose myself again
Tradução da letra
Quando nós primeiro eu o poço estava seco
Um longo e escuro inverno passou por nós com estrelas cadentes e corações esperançosos
Os nossos mundos colidem
E então apressámo-nos a encher-nos um ao outro rapidamente para alimentar as nossas esperanças famintas.
Uma festa dos nossos afetos nascemos de novo
Com os olhos abertos, tentámos fazer com que resultasse.
E por um tempo a magia levou
Mas as rachaduras começaram a aparecer assim que as coisas ficaram difíceis
Como paredes de papel os nossos sentimentos rasgaram
Atirámos as costas contra a porta.
Não querendo ser testemunha do outro lado
Oh, os jogos que jogamos para esconder o medo emaranhado por dentro
O medo de que não vamos a lado nenhum rapidamente
Então apontamos o dedo para fora, a raiva fica tão alta
Afoga toda a tristeza, pelo menos até amanhã.
E depois?
Dei uma boa olhada em como eu amava
Anos desperdiçados a cair depressa
Para qualquer rapaz que me quisesse era tão inseguro
Eu ficava acordada sozinha à noite
Cheio de ódio, comprometido
E a perguntar-me como é que acabei assim?
Oh, as lágrimas de raiva eu chorei
Quando não encontrei nada
Uma resposta que fazia qualquer sentido para mim.
Eu aponto o dedo para fora, a raiva fica tão alta
Afoga toda a tristeza, pelo menos até amanhã.
E depois?
Quero aprender, quero saber
A nossa história vai esmagar-nos ou podemos deixá-la ir?
Não sou a rapariga que era, mas em que me tornei?
Não estou mais disposto a dobrar
Ainda agradável e concedendo
Mas não me vou perder outra vez.