Santiago Cruz — La Primavera letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Primavera" de Santiago Cruz.

Letra

Yo también fui parte de esta situación
Yo también mire hacia otro lugar
Una y tantas veces fui quien renuncio, a extender mis alas y a volar…
Uohhh oh oh Uohhh oh oh Me sigo entregando bajo sin pudor
Ya lo dijo Charlie alguna vez
No aprendimos nada con el revolcón
Mientras tanto todo está al revés
Es hora de despertar de inundar la ciudad
De no dejarnos golpear de ponerle cara a la dignidad
Es hora de despertar, gritar hasta no dar más
La historia pasa a cobrar cada quien al frente con lo que da Uohhh oh oh Uohhh oh oh Yo también soy parte de la solución
Nadie más va a hacerlo en mi lugar
Desde la tribuna no nos funciono
En el circo de la vanidad…
Es hora de despertar de inundar la ciudad
De no dejarnos golpear de ponerle cara a la dignidad
Es hora de despertar, gritar hasta no dar más
La historia pasa a cobrar cada quien al frente con lo que da Nunca hay voz que se alce en vano
Viene y va No hay susurro tan liviano…
Es hora de despertar de inundar la ciudad
De no dejarnos golpear de ponerle cara a la dignidad
Es hora de despertar, gritar hasta no dar más
La historia pasa a cobrar cada quien al frente con lo que da Cada quien con lo que da!!!
(Gracias a Fernando por esta letra)

Tradução da letra

Eu também fiz parte desta situação
Eu também olhe para outro lugar
Uma e tantas vezes fui eu que me demiti, a estender as minhas asas e a voar…
Oh oh oh oh eu ainda me entrego baixo sem pudor
O Charlie já disse isso
Não aprendemos nada com a brincadeira
Enquanto isso tudo está ao contrário
É hora de acordar de inundar a cidade
De não nos deixarmos bater de lhe pôr cara à dignidade
É hora de acordar, gritar até não dar mais
A história passa a cobrar cada um à frente com o que dá Uohhh oh oh Uohhh oh oh eu também sou parte da solução
Ninguém mais vai fazer isso em meu lugar
Da tribuna não resultou
No circo da vaidade…
É hora de acordar de inundar a cidade
De não nos deixarmos bater de lhe pôr cara à dignidade
É hora de acordar, gritar até não dar mais
A história passa a cobrar cada um à frente com o que dá Nunca há voz que se levante em vão
Vem e vai não há sussurro tão leve…
É hora de acordar de inundar a cidade
De não nos deixarmos bater de lhe pôr cara à dignidade
É hora de acordar, gritar até não dar mais
A história passa a cobrar cada Quem na frente com o que dá Cada Quem com o que dá!!!
(Obrigado a Fernando por esta letra)