Santaflow — Aquel Chico letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Aquel Chico" de Santaflow.

Letra

Gris mañana del jueves, recuerdo viejos tiempos
Nostalgia es lo que siento, algo me conmueve
Vuelven, a mi memoria el patio, el instituto
Y un adolescente muy lejos de ser adulto
Muchos duros inviernos me alejan de aquel chico
Su única preocupación, cazar chochitos
Yo he grabado un LP, algo con lo que el soñaba
Pero apuesto a que era mucho mas feliz, no sé
Y es que todo era mas fácil para aquel chico rebelde
Idealista pero todavía muy verde
Todo era mas grande, no sé si me entiendes
Se flipaba con nada, a mi ya nada me sorprende
Y aunque dudaba en detalles insignificantes
Siempre tuvo claras, las cosas importantes
Testarudo, consejos jamas seguía
Tropezaba y caía, si así aprendía
Pequeño gamberro, más bien mal estudiante
A menudo en clase dejaba el sitio vacante
La calle su otra escuela, su materia el arte urbano
Pintaba en todas partes su apodo taker en mano
Siempre había juerga, aunque no tuviese un duro
Y solo conocía de lejos el lado oscuro
Si entraba ciego a casa intentaba disimular
Que inocente, nunca fueron tontos sus papas
No lo puedes evitar, siempre miras al pasado
Y aunque pueda parecer igual, todo ha cambiado
No lo puedes evitar, siempre miras al pasado
Y aunque pueda parecer igual, todo ha cambiado
Fin de semana, ganas de marcha, de fiesta
Loco por salir al centro en busca de emoción
No siempre lograba juntar suficiente pasta
Pues nada, las maquetas, el loro, y un botellón
Con su gente en el parque bebiendo, montando bulla
Que emocionante escapar de un coche patrulla
Primeros conflictos con los señores agentes
Verdes o azules casi todos incompetentes
Aquel chico impulsivo actuaba sin pensar
Pecaba de meterse en problemas de los demás
Por no morder su lengua, llevose algún disgusto
Era incapaz de callar si algo no era justo
Cuantas historias, en todas partes conocido
Cuanta importancia le daba a tristes enemigos
Guerras estúpidas hoy suenan divertidas
No sé como pero siempre metido en movidas
Cuantos labios de niñas besó, a cuantas engañó
Famoso cabrón de corazones ladrón
Eran princesas del cuento de cada fin de semana
Reinas del parque o del bar, gozar, sin acabar en cama
Machito orgulloso, y que mas daba quedar bien
Si claro, dame tu número, el de tu amiga también
Y tras su actitud de chulo había un ser sensible
Quizás demasiado bueno y algo susceptible
No lo puedes evitar, siempre miras al pasado
Y aunque pueda parecer igual, todo ha cambiado
No lo puedes evitar, siempre miras al pasado
Y aunque pueda parecer igual, todo ha cambiado
Nervioso, hiperactivo, no podía estar parado
Apenas dormía y jamás estaba cansado
Los videojuegos, llenaban sus noches a diario
Los días no existían, no importaba el calendario
Importaba el reloj, temprano en casa o castigado
Cuantas rabietas, a veces se sentía atado
Que ironía, ¿verdad? Te parecerá increíble
Hoy día le envidio, sueño con ser tan libre
Cuanta ilusión, en cuantas cosas creía
La vida es dura, pero el todavía no lo sabia
Y es que al abrir los ojos todo es de otro color
Hoy siento que cualquier tiempo pasado fue mejor
Aquel chico feliz tuvo que madurar deprisa
El viento y las tormentas borraron su sonrisa
No sé muy bien cual es la razón
No sé por que al pisar viejos lugares se me encoje el corazón
El arte urbano
No puedo evitar mirar hacia atrás
Y aunque pueda parecerlo, nada es igual (Nada)
Noto otro ambiente, aromas diferentes
Donde se fue toda esa gente (¿Donde?)
Todo es mas frío, o tal vez lo parece
Hay muchos críos, o a lo mejor es que uno crece
Todos sentimos alguna vez melancolía
Tres whiskys, un polvo y adiós a la tontería
No lo puedes evitar, siempre miras al pasado
Y aunque pueda parecer igual, todo ha cambiado
No podrás recuperar, lo que el tiempo te ha robado
Solo queda recordar, hoy que el día esta nublado
No lo puedes evitar
Siempre miras al pasado
Y aunque pueda parecer igual
Todo ha cambiado
No lo puedes evitar
Siempre miras al pasado
Y aunque pueda parecer igual
Todo ha cambiado

Tradução da letra

Cinza quinta-feira de manhã, lembro-me dos velhos tempos
Nostalgia é o que sinto, algo me comove
Voltam à minha memória o pátio, o instituto
E um adolescente muito longe de ser adulto
Muitos invernos rigorosos me afastam daquele rapaz
Sua única preocupação, caçar chochitos
Eu gravei um LP, algo com que ele sonhava
Mas aposto que era muito mais feliz, não sei
E é que tudo era mais fácil para aquele rapaz rebelde
Idealista mas ainda muito verde
Tudo era maior, não sei se me entendes
Ele estava a passar-se com nada, a mim e a mim Nada me surpreende
E embora duvidasse de detalhes insignificantes
Sempre teve claras, as coisas importantes
Teimoso, conselhos nunca seguia
Tropeçava e caía, se assim aprendesse
Pequeno Hooligan, bastante mau aluno
Muitas vezes na aula ele deixou o site vago
A Rua sua outra escola, sua matéria a arte urbana
Ele pintou em todos os lugares seu apelido taker na mão
Sempre houve Folia, mesmo que não tivesse um duro
E só conhecia de longe o lado negro
Se entrasse cego em casa tentava disfarçar
Que inocente, suas batatas nunca foram tolos
Você não pode evitar, você sempre olha para o passado
E embora possa parecer o mesmo, tudo mudou
Você não pode evitar, você sempre olha para o passado
E embora possa parecer o mesmo, tudo mudou
Fim-de-semana, desejo de marcha, festa
Louco por sair para o centro em busca de emoção
Nem sempre consegui juntar massa suficiente
Pois nada, as maquetas, o papagaio, e um garrafão
Com seu pessoal no parque bebendo, montando bulla
Que emocionante escapar de um carro de patrulha
Primeiros conflitos com os senhores agentes
Verdes ou azuis quase todos incompetentes
Aquele rapaz impulsivo Agia sem pensar
Pecava de se meter em problemas dos outros
Por não morder a língua, levou algum desgosto
Ele era incapaz de se calar se algo não fosse justo
Quantas histórias, em todos os lugares conhecido
Quanta importância dava a tristes inimigos
Guerras estúpidas hoje soam divertidas
Não sei como mas sempre metido em movimentos
Quantos lábios de meninas beijou, quantos enganou
Famoso bastardo de Copas ladrão
Eram princesas do conto de fadas de cada fim de semana
Rainhas do parque ou do bar, gozar, sem terminar na cama
Machito orgulhoso, e que mais dava parecer bem
Sim, claro, dá-me o teu número, o da tua amiga também
E depois da sua atitude de chulo havia um ser sensível
Talvez muito bom e um pouco suscetível
Você não pode evitar, você sempre olha para o passado
E embora possa parecer o mesmo, tudo mudou
Você não pode evitar, você sempre olha para o passado
E embora possa parecer o mesmo, tudo mudou
Nervoso, hiperativo, não podia ficar de pé
Mal dormia e nunca estava cansado
Os videogames, enchiam suas noites diariamente
Os dias não existiam, não importava o calendário
Importava o relógio, cedo em casa ou punido
Quantas birras, às vezes ele se sentiu amarrado
Que ironia, não é? Vai parecer incrível
Hoje invejo - o, sonho em ser tão livre
Quanta ilusão, em quantas coisas acreditava
A vida é dura, mas ele ainda não sabia
E é que ao abrir os olhos tudo é de outra cor
Hoje eu sinto que qualquer tempo passado foi melhor
Aquele rapaz feliz teve que amadurecer depressa
O vento e as tempestades apagaram seu sorriso
Não sei bem qual é a razão
Não sei por que ao pisar velhos lugares o meu coração encolhe
A arte urbana
Não posso deixar de olhar para trás
E mesmo que possa parecer, nada é igual (Nada)
Noto outro ambiente, aromas diferentes
Onde todas essas pessoas foram (onde?)
Tudo é mais frio, ou talvez pareça
Há muitas crianças, ou talvez se cresça
Todos nós já sentimos melancolia
Três uísques, um pó e adeus à tolice
Você não pode evitar, você sempre olha para o passado
E embora possa parecer o mesmo, tudo mudou
Você não poderá recuperar, o que o tempo roubou de você
Resta apenas lembrar, hoje que o dia está nublado
Não podes evitar
Você sempre olha para o passado
E mesmo que possa parecer o mesmo
Tudo mudou
Não podes evitar
Você sempre olha para o passado
E mesmo que possa parecer o mesmo
Tudo mudou