Sandra Cabrera — Mézclate Conmigo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mézclate Conmigo" de Sandra Cabrera.

Letra

Llegaste llorando comiéndote al mundo
Cachito de mi alma y de mi corazón
Te tuve en mis brazos tan solo un segundo
Llegaste llorando comiéndote al mundo
Cachito de mi alma y de mi corazón
Te tuve en mis brazos tan solo un segundo
Y te me llevaron sin explicación
Cuando regresaron ya no eras el mismo
Había cambiado el color de tu piel
Carita de cera, ojitos cerraos
Escarcha en los labios y me derrumbé
Que no te tocara, que estabas dormío
Pero no hice caso y te acaricié
Te rocé la frente, me dio escalofríos
No estabas dormío dios mío
No estabas, no estabas
No estabas, ¿por qué?
Robao, ay robao
Y a mí me lo han robao
Robao, ay robao
Y a mí me lo han robao
Maldita esa mano negra
Que te apartó de mi lao
Que la muerte a esos ladrones
Los encuentre confesaos
Porque ésta, la que habla
Nunca los ha perdonao
Robao, robao, robao
Pero adormecida por no sé qué cosa
No tenía fuerzas para resistir
Luego me dijeron que mi mariposa
Había volado muy lejos de aquí
Dentro de mi pecho algo protestaba
Entre mis tinieblas de desolación
El llanto en el cielo y luto en el alma
Cadena perpetua en el corazón
No pasa un momento que no estés conmigo
Tú eres mi sangre, mi pulso y mi ser
Y aunque me cueste, la vida te juro
Que tarde o temprano mi vida
Que tarde o temprano
Yo te encontraré
Robao, ay robao
Y a mí me lo han robao
Robao, ay robao
Y a mí te me han robao
Llegaste llorando comiéndote al mundo
Cachito de mi alma y de mi corazón
Te tuve en mis brazos tan solo un segundo
Y te me llevaron sin explicación

Tradução da letra

Chegaste a chorar a comer o mundo
Cachito da minha alma e do meu coração
Tive Te nos meus braços só por um segundo
Chegaste a chorar a comer o mundo
Cachito da minha alma e do meu coração
Tive Te nos meus braços só por um segundo
E levaram me sem explicação
Quando voltaram já não eras o mesmo
Tinha mudado a cor da tua pele
Carinha de cera, olhinhos cerraos
Geada nos lábios e eu desmoronei
Que não te tocasse, que estavas a dormir
Mas não dei ouvidos e acariciei te
Dei-Te um murro na testa, deu-me arrepios
Não estavas a dormir meu Deus
Não estavas, não estavas
Não estavas, porquê?
Robao, ai robao
E a mim o robao
Robao, ai robao
E a mim o robao
Maldita Mão negra
Que te afastou de mim lao
Que a morte a esses ladrões
Encontre os confesse
Porque esta, a que fala
Nunca vos perdoou
Robao, robao, robao
Mas adormecida por não sei o quê
Não tinha forças para resistir
Então eles me disseram que minha borboleta
Tinha voado muito longe daqui
Dentro do meu peito algo protestava
Entre as minhas trevas de desolação
Choro no céu e luto na alma
Prisão perpétua no coração
Não passa um momento que não estejas comigo
Tu és o meu sangue, o meu pulso e o meu ser
E mesmo que me custe, a vida juro
Que mais cedo ou mais tarde minha vida
Que mais cedo ou mais tarde
Eu encontro te
Robao, ai robao
E a mim o robao
Robao, ai robao
E a mim o robao
Chegaste a chorar a comer o mundo
Cachito da minha alma e do meu coração
Tive Te nos meus braços só por um segundo
E levaram me sem explicação