Samuele Bersani — Un Periodo Pieno Di Sorprese (new vrs 2012) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Un Periodo Pieno Di Sorprese (new vrs 2012)" de Samuele Bersani.

Letra

Comincia a ingiallirsi il nero del livido
Non è più così tanto nitido
E da oggi il dolore ritorna
Semplicemente sottocutaneo
Ho cambiato la scheda al telefono
Ho lavato nel lago lo spirito
E nel farlo il tuo corpo ha finito per essermi estraneo
E' un periodo pieno di sorprese
E non si contano più le offese
Che per decenza mi rimangerei
Ma ero stanco di sentirmi come
Uno straccio sotto a tuoi piedi
Mi sarebbe esploso il cuore prima o poi
Alla parte non mi presto del povero Cristo
E perchè mai tu l’hai data a me
Vuoi rispondere perchè
Io dove finisco
In quale labirinto
Se non c'è
Uscita o speranza di evadere
Continua a ingiallirsi il nero del livido
Non è più di dominio pubblico
E da oggi il ricordo diventa
Eternamente contemporaneo
La vendetta è sevita sul tavolo
Da strapparti dei fili dal cofano
Ma nel farlo il piacere sarÃ
Quello si momentaneo
E' un periodo pieno di sorprese
In sottofondo a queste imprese
La musica pian piano salirÃ
Voglio prendermi un registratore
Per tenerci dentro le parole
Di quel proverbio che mi servirÃ
Alla parte non mi presto
Di chi è crocifisso
E perche mai tu l’hai data a me
Vuoi rispondermi perchè
Io dove finisco
In quale meccanismo
Se non c'è
Uscita o speranza
Non c'è
Nessuna certezza di evadere
Alla parte non mi presto del povero Cristo
E perchè mai tu l’hai data a me
Vuoi rispondere perchè
Io dove finisco
In quale labirinto
Se non c'è
Uscita o speranza
Non c'è
Nessuna certezza di evadere

Tradução da letra

O preto da nódoa negra começa a ficar amarelo
Já não é assim tão afiada.
E a partir de hoje a dor volta
Via subcutânea
Mudei o cartão no telefone.
Lavei o espírito no lago.
E ao fazer isso o teu corpo acabou por ser um estranho para mim.
É um tempo cheio de surpresas.
E não há mais ofensas
Que por decência eu ficaria
Mas eu estava cansado de me sentir como
Um trapo debaixo dos teus pés
O meu coração iria explodir mais cedo ou mais tarde.
À parte que eu não empresto ao pobre Cristo
E porque mo deste?
Queres responder porquê?
Onde vou parar
Em que labirinto
Se não estiver lá
Sair ou esperar escapar
Continua a ficar amarelo O preto da nódoa Negra
Já não é do domínio público.
E a partir de hoje a memória torna-se
Eternamente contemporâneo
A vingança é servida na mesa
De puxar fios do capô
Mas ao fazê - lo o prazer será
Isso é momentâneo.
É um tempo cheio de surpresas.
No contexto destas empresas
A música vai subir lentamente
Quero um gravador.
Para manter as palavras
Esse provérbio que vou precisar
Para a parte que eu não empresto
De quem é crucificado
E porque mo deste?
Queres responder-me porquê?
Onde vou parar
Em que mecanismo
Se não estiver lá
Sair ou esperar
Não.
Não há certezas de fuga
À parte que eu não empresto ao pobre Cristo
E porque mo deste?
Queres responder porquê?
Onde vou parar
Em que labirinto
Se não estiver lá
Sair ou esperar
Não.
Não há certezas de fuga