Sabb — Souffle sur les braises letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Souffle sur les braises" de Sabb.
Letra
Entre les têtes en gigue? et les coeurs à la java
Les jours que je gaspille, ils ne reviendront pas
Entre le bonheur des autres et pis les nuages dans ma cour
J’veux pas savoir à qui la faute, j’veux juste que ça soit mon tour
J’veux de la vie en direct pas juste derrière mes paupières
J’veux de la lumière de comètes pour réchauffer l’hiver
J’veux rire à en pleurer et puis pleurer de rire
Me croire arrivé pour encore repartir
J’veux des yeux étincelle, de la musique sur la langue
J’veux décorer le réel pour qu’enfin il me ressemble
Puis que la vie nous tue chaque jour à petites doses
Non c’est clair je ne veux plus d’un présent monochrome…
J’embrasse l’ivresse, sans gêne sur la bouche
Et puis je mords le temps qui reste
Puisqu’il est à mes trousses
Non je n’ai plus peur des histoire qu’on raconte
S’il existe le vrai malheur qu’il vienne nous ferons nos comptes
J’veux de la peine en dormant et des souvenirs en continu
J’veux marcher comme d’autres dansent, me retrouver à corps perdu
La pénombre dans ma tête ne demande qu'à éclater
Je lui promets des jours de fêtes et du bonheur à emporter
Alors je souffle sur les braises pour que le noir se consume
Que la lumière me bouscule et qu’elle éclaire tout ce qui s’allume
J’ai la tête en gigue? et pis le cœur à la java
Mes sourires se distillent sur les visages devant moi
Entre maintenant et demain il y a tant d'éternité
Je tiens le bonheur par la main et je ne vais plus l'échapper
Demain à mon réveil, je serai déjà rendu vieux
En attendant le jour se lève et brille à m’allumer les yeux…
(Merci à maélia pour cettes paroles)
Tradução da letra
Entre as cabeças? e corações para java
Os dias que desperdiço, eles não vão voltar.
Entre a felicidade dos outros e pior as nuvens no meu quintal
Não quero saber de quem é a culpa, só quero que seja a minha vez.
Quero viver a vida não só atrás das pálpebras
Quero luz dos cometas para aquecer o inverno
Quero rir para chorar e depois chorar para rir
Acredita que cheguei para ir outra vez.
Quero olhos brilhantes, música na língua
Quero decorar o real para que finalmente se pareça comigo.
Então a vida mata-nos todos os dias em pequenas doses.
Não, é claro que já não quero um presente monocromático.…
Beijo a embriaguez, sem desconforto na boca.
E depois mordo o tempo que resta
Já que ele anda atrás de mim
Não, já não tenho medo das histórias que contamos.
Se houver o verdadeiro infortúnio que vier, Nós prestaremos contas.
Eu quero problemas para dormir e memórias de vez em quando
Quero andar como os outros dançar, encontrar o meu corpo perdido
A penumbra na minha cabeça só pede para rebentar
Prometo-lhe férias e felicidade para tirar
Então sopro nas brasas para que o Preto Arda
Deixa a luz abalar - me e ilumina tudo o que ilumina
Tenho uma cabeça nervosa? e pior o coração para java
Os meus sorrisos destilam nos rostos à minha frente
Entre agora e amanhã há tanta eternidade
Eu seguro a felicidade pela mão e não a escaparei mais.
Amanhã, quando acordar, terei idade suficiente.
À espera que o dia se erga e brilha para iluminar os meus olhos…
(Obrigado a maelia por estas palavras)