Rulo y la contrabanda — Heridas del rock&roll letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Heridas del rock&roll" de Rulo y la contrabanda.

Letra

¿Quien canta para ti, desde que no estoy?
¿Con quien bebes tequila, cuando no te sientes bien?
¿Quien te dice al oído, quedate?
¿Con quien compartes ese calendario, de la pared?
¿Quien te espera al salir, cuando dan las diez?
¿Quien se ríe contigo, delante de un café?
¿Con quien escucharas esa canción?
¿Quien es el encargado de amueblarte, el corazón?
Alguien se ríe ahí fuera,
hay ruido de pisadas cerca de mi habitación,
estoy en las afueras de una ciudad cualquiera
dando vueltas a un colchón,
botellas por el suelo nos sirven de consuelo
y tras la cortina el sol,
es hora de largarse,
ultima llamada urgente desde recepción.
Heridas del rock & roll…
¿Quien te enseña París, Venecia, nueva york?
¿Quien te arranca la ropa, dentro de ese ascensor?
¿Con quien subes la cuesta, de cada fin de mes?
¿Quien hace lo que hice yo, pero al revés?
¿Quien tiembla cuando lloras?
¿Quien te recuerda, que no estas sola?
¿Quien es tu nuevo vicio?
¿Quien te a salvado, de mis precipicios?
Alguien se ríe ahí fuera,
hay ruido de pisadas cerca de mi habitación,
estoy en las afueras de una ciudad cualquiera
dando vueltas a un colchón,
botellas por el suelo nos sirven de consuelo
y tras la cortina el sol,
es hora de largarse,
ultima llamada urgente desde recepción.
Heridas del rock & roll…

Tradução da letra

Quem canta para ti, desde que não estou?
Com quem bebes tequila, quando não te sentes bem?
Quem te disse ao ouvido, fica?
Com quem partilha esse calendário, da parede?
Quem te espera quando saíres, quando derem as dez?
Quem se ri contigo, à frente de um café?
Com quem ouviste essa canção?
Quem é o encarregado de te mobiliar, o coração?
Alguém se ri lá fora,
há barulho de pegadas perto do meu quarto,
estou nos arredores de uma cidade qualquer
circulando em um colchão,
garrafas no chão servem de consolo
e atrás da cortina o sol,
está na hora de ir,
última chamada urgente da recepção.
Feridas do rock & roll…
Quem te ensina Paris, Veneza, Nova Iorque?
Quem te arranca a roupa, dentro daquele elevador?
Com quem subes a colina, de cada fim de mês?
Quem faz o que eu fiz, mas ao contrário?
Quem treme quando choras?
Quem te lembra que não estás sozinha?
Quem é o teu novo vício?
Quem te salvou, dos meus precipícios?
Alguém se ri lá fora,
há barulho de pegadas perto do meu quarto,
estou nos arredores de uma cidade qualquer
circulando em um colchão,
garrafas no chão servem de consolo
e atrás da cortina o sol,
está na hora de ir,
última chamada urgente da recepção.
Feridas do rock & roll…