Rulo y la contrabanda — El vals del adiós letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "El vals del adiós" de Rulo y la contrabanda.

Letra

Me voy pero no llores tu, no estés triste
Me largo porque no soy tu mejor opción
prefiero no ver tus ojos al despedirme
ya seré feliz en otra canción
Huir fue mi costumbre cuando hay tormenta,
mi traje de cobarde me sienta bien
que pronto se hizo tarde pido la cuenta
dos besos de propina y hasta otra vez
Y brindo por esas noches donde todo era alegría
esa mezcla de sonrisas y rock and roll
Esas tardes de verano apurándonos los cuerpos
valía mas el bar de abajo que toda nueva york
me voy cantando el vals del adiós
me voy cantando el vals del adiós
Acepto la derrota como costumbre
asumo tu destierro por solución
ya no arde la madera, no queda lumbre
cenizas de un pasado que ya pasó
Y me he abrazado fuerte a mi tequila,
contándole las cosas que nunca haremos
en Plaza Garibaldi se hace de día
y yo en mitad gritando: te echo de menos.
Y brindo por esas noches donde todo era alegría
esa mezcla de sonrisas y rock and roll
Esas tardes de verano apurándonos los cuerpos
valía mas el bar de abajo que toda nueva york
me voy cantando el vals del adiós…
(Gracias a Beatriz por esta letra)

Tradução da letra

Vou-me embora, mas não chores tu, não fiques triste
Vou me embora porque não sou a tua melhor opção
prefiro não ver os teus olhos ao despedir me
vou ser feliz noutra canção
Fugir foi o meu hábito quando há tempestade,
o meu fato de cobarde fica me bem
que logo se fez tarde, peço a conta
dois beijos de gorjeta e até outra vez
E brindo para aquelas noites onde tudo era alegria
essa mistura de sorrisos e rock and roll
Aquelas tardes de Verão apressando nos os corpos
valia mais o bar lá em baixo do que toda Nova Iorque
vou cantar a valsa do adeus
vou cantar a valsa do adeus
Aceito a derrota como sempre
assumo o teu exílio por solução
a madeira não queima mais, não há mais lume
cinzas de um passado que já passou
E eu me abraçei com força na minha tequila,
contando lhe as coisas que nunca faremos
na Praça Garibaldi é feito de dia
e eu no meio gritando: sinto sua falta.
E brindo para aquelas noites onde tudo era alegria
essa mistura de sorrisos e rock and roll
Aquelas tardes de Verão apressando nos os corpos
valia mais o bar lá em baixo do que toda Nova Iorque
vou cantar a valsa do adeus…
(Graças a Beatriz por esta letra)