Rulo y la contrabanda — Como a veces lo hice yo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Como a veces lo hice yo" de Rulo y la contrabanda.

Letra

Que nadie bese jamás al asesino
Que los que gritan nunca lleven razón
Que sea mas amable este mundo
Que se quede mudo ese despertador
Que todas tus noches sean noches buenas
Que nos queden muchas velas por soplar
Que encuentres un refugio en la tormenta
Que no se hundan las pateras en el mar
Que sepan lo que es el miedo los dictadores
Que sufran cien años de soledad
Que no te compren nunca los mercaderes
Que tu vida sea un eterno carnaval
Que vayas por tu destino con el viento a favor
Que la suerte roce tu corazón
Que nadie te niegue un beso
Que nadie te diga no
Que la vida te trate como a veces lo hice yo
Que ganen los que duermen entre cartones
Que pierdan los que juegan con el poder
Que en tus pensamientos nadie gobierne
Que tus pasos siempre lleguen a fin de mes
Que no se estrellen más petroleros
Que nadie robe al cielo ese azul
Que agarres fuerte mi mano si viene el miedo a robar todos tus sueños
Que mi voz esté donde estas tu
Que vayas por tu destino con el viento a favor
Que la suerte roce tu corazón
Que nadie te niegue un beso
Que nadie te diga no
Que la vida te trate como a veces lo hice yo

Tradução da letra

Que ninguém beije o assassino
Que os que gritam nunca tenham razão
Que seja mais amável este mundo
Que fique mudo esse despertador
Que todas as tuas noites sejam boas noites
Que nos restem muitas velas por soprar
Que encontres um abrigo na tempestade
Que não afundem as pateras no mar
Que saibam o que é o medo os ditadores
Que sofram cem anos de solidão
Que nunca te comprem os mercadores
Que a tua vida seja um carnaval eterno
Que vás pelo teu destino com o vento a favor
Que a sorte esfregue seu coração
Que ninguém te negue um beijo
Ninguém te diga não
Que a vida te trate como às vezes o fiz
Que ganhem os que dormem entre cartões
Que percam os que jogam com o poder
Que em seus pensamentos ninguém governe
Que seus passos sempre cheguem ao fim do mês
Que não se despenhem mais petroleiros
Ninguém roube esse azul ao céu
Agarra a minha mão com força se vier o medo de roubar todos os teus sonhos
Que a minha voz esteja onde estás
Que vás pelo teu destino com o vento a favor
Que a sorte esfregue seu coração
Que ninguém te negue um beijo
Ninguém te diga não
Que a vida te trate como às vezes o fiz