Rulo y la contrabanda — Al infinito letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Al infinito" de Rulo y la contrabanda.

Letra

Yo no soy un pendejo, aunque lo publicites
Yo juego al strip poker, tú solo al escondite
Si no veo tus ojos, en toda la semana
Me dices que te olvide porque a ti te da la gana
No sé quien echa sal, a nuestros desencuentros
Me compensa el azúcar al que me saben tus besos
Cuando te ahoga el llanto, y acudes a mi encuentro
Yo me voy a la calle déjalo pa' otro momento
Se trata de gritarnos hasta romper los labios
Ya no sé que decir, opté por la callada
Tú dices que el amor es una gran chorrada
Y cada vez más lejos, estando tan cerca
Y cada vez más nada…
Ya no sé que decir, abrazado al silencio
Tú dices que te aburro, que en las canciones miento
Y cada vez más locos, estando tan cuerdos
Y cada vez más muertos…
Ya no sé derretir, el hielo de tu almohada
Ya no sueles rozarme ni si quiera de pasada
Solo dices te quiero, después del vino tinto
Y yo voy desistiendo de llevarte al infinito
Ya no nos apretamos, ya no nos convencemos
Y lo de desnudarnos, pasó a ser lo de menos
Ya no pactamos sueños, ni viajes compartidos
Ya no damos trabajo a ese idiota de Cupido
Se trata de alejarnos reduciendo los daños
Ya no sé que decir, opté por la callada
Tú dices que el amor es una gran chorrada
Y cada vez más lejos, estando tan cerca
Y cada vez más nada…
Ya no sé que decir, abrazado al silencio
Tú dices que te aburro, que en las canciones miento
Y cada vez más locos, estando tan cuerdos
Y cada vez más muertos…
Ya no sé que decir, opté por la callada
Tú dices que el amor es una gran chorrada
Y cada vez más lejos, estando tan cerca
Y cada vez más nada…
Ya no sé que decir, abrazado al silencio
Tú dices que te aburro, que en las canciones miento
Y cada vez más locos, estando tan cuerdos
Y cada vez más muertos…
Ya no sé que decir…

Tradução da letra

Eu não sou um idiota, mesmo que o anuncies
Eu jogo strip poker, tu só às escondidas
Se não vir os teus olhos, durante toda a semana
Estás a dizer me para te esquecer porque te apetece
Não sei quem põe sal, aos nossos desencontros
Compensa me o açúcar que os teus beijos me conhecem
Quando te afoga o choro, e vens ao meu encontro
Eu vou para a rua deixe-o para outro momento
Trata se de gritar até Partir os lábios
Já não sei o que dizer, optei pela calada
Dizes que o amor é uma grande treta
E cada vez mais longe, estando tão perto
E cada vez mais nada…
Já não sei o que dizer, abraçado ao silêncio
Dizes que te aborreço, que nas canções minto
E cada vez mais loucos, sendo tão sãos
E cada vez mais mortos…
Já não sei derreter, o gelo da tua almofada
Já não me roças nem de passagem
Só dizes que te amo, depois do vinho tinto
E eu vou desistir de te levar ao infinito
Já não nos apertamos, já não nos convencemos
E a coisa de nos despir, passou a ser a coisa de menos
Já não pactuamos sonhos, nem viagens partilhadas
Já não damos emprego àquele idiota do Cupido
Trata-Se de nos afastar, reduzindo os danos
Já não sei o que dizer, optei pela calada
Dizes que o amor é uma grande treta
E cada vez mais longe, estando tão perto
E cada vez mais nada…
Já não sei o que dizer, abraçado ao silêncio
Dizes que te aborreço, que nas canções minto
E cada vez mais loucos, sendo tão sãos
E cada vez mais mortos…
Já não sei o que dizer, optei pela calada
Dizes que o amor é uma grande treta
E cada vez mais longe, estando tão perto
E cada vez mais nada…
Já não sei o que dizer, abraçado ao silêncio
Dizes que te aborreço, que nas canções minto
E cada vez mais loucos, sendo tão sãos
E cada vez mais mortos…
Já não sei o que dizer…