Rosendo — Horizontes letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Horizontes" de Rosendo.

Letra

Cada lugar disfruta de sus propios horizontes
Centros hay aún ignoran lo que más allá acontece
Y no, dónde no
Cada lugar esclavo de la historia y del presente
Ve marchito su futuro sin que nadie lo lamente
Y no, dónde no
No, veneno
Van de la mano el pordiosero y el mito
Pisan el pan donde su hocico han de hundir
Si el caudal desborda su caprichos
Otros serán que pagarán el desliz
Ofrendarán con deudas a delirios
Desorientando al sesudo infeliz
Un vacío de apetentes brillos
Digno manjar de ajeno porvenir
Cada individuo asume cuáles son sus horizontes
Y no, dónde no
No, veneno
Van de la mano el pordiosero y el mito
Pisan el pan donde su hocico han de hundir
Si el caudal desborda su caprichos
Otros serán que pagarán el desliz
Ofrendarán con deudas a delirios
Desorientando al sesudo infeliz
Un vacío de apetentes brillos
Digno manjar de ajeno porvenir

Tradução da letra

Cada lugar goza de seus próprios horizontes
Centros há ainda ignoram o que além acontece
E não, onde não
Cada lugar escravo da história e do presente
Vê o seu futuro murchar sem que ninguém se arrependa
E não, onde não
Não, veneno
Andam de mãos dadas o porquinho e o mito
Pisam no pão onde o focinho deve afundar
Se o fluxo transborda seus caprichos
Outros serão, que pagarão o deslize
Vão oferecer dívidas a delírios
Desorientando o cérebro infeliz
Um vazio de apetentes brilhos
Digno iguaria de alheio futuro
Cada indivíduo assume quais são seus horizontes
E não, onde não
Não, veneno
Andam de mãos dadas o porquinho e o mito
Pisam no pão onde o focinho deve afundar
Se o fluxo transborda seus caprichos
Outros serão, que pagarão o deslize
Vão oferecer dívidas a delírios
Desorientando o cérebro infeliz
Um vazio de apetentes brilhos
Digno iguaria de alheio futuro