Roger Waters — Liberty letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Liberty" de Roger Waters.

Letra

We want to get rid of the Guillotine
And abolish pain somehow
But to make a world free of tears
We build these scaffolds now
Come dry your tears and pray explain
How can we abolish pain?
If we don’t build these scaffolds now
These instruments of injustice
These tools of execution
We’ve given to the Guillotine
More blood than you have ever seen
What end could justify these means?
We’ve given more of our blood
We’ve given
We’ve given more of our blood
We’ve given
We’ve given more of our blood
More of our blood
We’ve given, we’ve given
More blood than we could turn to love
Than we could ever hope to turn to Love
More blood, than we could
Ever hope could turn to love
We’ve given, we’ve given
More blood, than we could turn to love
Come angles of mercy
Come doves of peace
Shine a light on all these warring clubs and cliques
The jackal and hyena who prowl these city streets
Would turn in their own mother for a little extra meat
From the piles of dead the Republic comes to life
Her mutilated body reeling like a drunken fishwife
Gives birth to the future
Gives birth on the street
Impure and exultant she gives birth to the dream
When the dream
When the dream
Is understood
Is understood
That no man should live in chains
That the great and the small are equal after all

Tradução da letra

Queremos livrar-nos da guilhotina.
E abolir a dor de alguma forma
Mas fazer um mundo livre de lágrimas
Agora construímos estes Andaimes.
Vem secar as tuas lágrimas e reza explica
Como podemos abolir a dor?
Se não construirmos estes Andaimes agora
Estes instrumentos de injustiça
Estas ferramentas de execução
Demos à guilhotina
Mais sangue do que alguma vez viste
Que fim poderia justificar estes meios?
Demos mais do nosso sangue
Nós demos
Demos mais do nosso sangue
Nós demos
Demos mais do nosso sangue
Mais do nosso sangue
Nós demos, nós demos
Mais sangue do que podemos transformar-nos em amor
Do que alguma vez poderíamos esperar voltar-nos para o amor
Mais sangue do que podíamos
A esperança pode voltar-se para o amor
Nós demos, nós demos
Mais sangue do que podíamos transformar-nos em amor
Vem ângulos de misericórdia
Venham pombas da paz
Ilumine todos estes clubes e grupos de guerra
O chacal e a hiena que andam pelas ruas da cidade
Entregavam a própria mãe por um pouco de carne extra.
Das pilhas de Mortos A República ganha vida
O seu corpo mutilado a cambalear como uma peixeira bêbeda
Dá à luz o futuro
Dá à luz na rua
Impura e exultante ela dá à luz o sonho
Quando o sonho
Quando o sonho
Entendido.
Entendido.
Que nenhum homem deve viver acorrentado
Que os grandes e os pequenos são iguais afinal