Rodney DeCroo — The Allegheny letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "The Allegheny" de Rodney DeCroo.

Letra

What a filthy river! Lined with steel mills
and factories, to swim in it was to smell
for days the oily stink against your skin,
a nausea-twist in your stomach,
uneasy reminder of the river’s phlegmy,
dark-green clutch. It was as dangerous
as it was dirty. The bottom dug out
for gravel, unnaturally and unevenly deep,
held invisible currents, eddies, undertows
that could pull, suck and hold you down
until you drowned or throw you up again
to limb-flash, flail and suck for air.
Each summer it claimed a child
from the cancerous towns along its sides,
as if it were a angry, wounded god
demanding tribute. Each summer
we gathered there to fish for monstrous carp
and catfish no one would ever eat, to swim
and dunk each other beneath the blinding water,
to watch the rich kids carve into the current
white-tipped waves, bronzed bodies balanced
on single skis behind small, sleek powerboats.
By the docks we bobbed in water warm as blood,
the sunlight marching like fire across the oily surface
to burn away all but summer’s touch.
We swam beside the hulk of coal barges
black as the bible’s curse that tore the earth.
All summer we swam in it. What a filthy river!

Tradução da letra

Que Rio imundo! Forradas de trens de aço
e fábricas, nadar nela era cheirar
durante dias o fedor oleoso contra a tua pele,
uma náusea-torção no estômago,
um lembrete inquietante do flegmy do rio,
embraiagem verde-escuro. Era tão perigoso
como estava sujo. O fundo escavado
para cascalho, de profundidade não natural e desigual,
correntes Invisíveis, Correntes, Correntes
isso pode puxar, chupar e segurar-te
até te afogares ou vomitares outra vez
ao limb-flash, flail e suck para o ar.
Todos os verões reclamava uma criança.
das cidades nefastas (Sodoma),,
como se fosse um Deus zangado e ferido.
a exigir tributo. Todos os verões
reunimo-nos lá para pescar carpas Monstruosas.
e peixe-gato que nunca ninguém comeria, para nadar
e afundam-se uns aos outros Debaixo da água ofuscante,
para ver as crianças ricas esculpir na corrente
ondas brancas, corpos bronzeados equilibrados
em esquis solteiros atrás de barcos potentes pequenos e elegantes.
Junto às docas, enchemo-nos de água quente como sangue.,
a luz do sol a marchar como fogo pela superfície oleosa
para queimar tudo menos o toque de Verão.
Nadamos ao lado do hulk das barcaças de carvão
negro como a maldição da Bíblia que rasgou a terra.
Nadámos nele o verão todo. Que Rio imundo!