Roberto Vecchioni — La farfalla giapponese letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La farfalla giapponese" de Roberto Vecchioni.

Letra

Questa grande farfalla giapponese
Che ho in casa, questa grossa donna cortese
Che fa la spesa e il tuo sorriso appena andato via
E già dimenticato, malinconia
Ma poi penso c'è il vino e quello sì che mi salva
E un cavallo vincente come gioia di riserva
Anna fai l’amore chissà con chi
E quello che ho da dirti mi resta qui
Di tanti amori nella vita mia c'è ne mai stato uno
Giusto?
Ho dato rabbia ho dato poesia ma in fondo cosa
Resta?
Ecco che tutti finiscono mischiati nel bicchiere
Ecco che scappa via il cerchio al giocoliere
Io che lascio ogni sera il mondo uguale al mattino
Niente, tiro soltanto chitarre al destino
Oggi ladro e domani confessore
Un acrobata sulle mie parole
Ma se chiudon la bocca a un solo uomo
Io grido e non dormo la notte se ho deluso
Un amico e anche quando ho ragione è colpa mia
Anna, sì, ti perdono che vuoi che sia
Di tanti amori della vita mia morire se mi vergogno
È stata rabbia, è stata poesia, è stato sempre un
Sogno
E ho ancora voglia di credere fra inverni e
Primavere
In questa faccia mia che ride nel bicchiere
Ho ancora voglia di credere fra inverni e primavere
In questa faccia mia che ride nel bicchiere

Tradução da letra

Esta grande borboleta Japonesa
Que eu tenho em casa, esta grande mulher cortês
Compras e o teu sorriso desapareceu
E já esquecida, melancólica
Mas depois acho que há Vinho e isso salva-me.
E um cavalo vencedor como alegria de reserva
Anna faz amor Quem sabe com quem
E o que tenho para te dizer fica aqui.
De tantos amores na minha vida nunca houve um
Certo?
Eu dei raiva eu dei poesia mas no fundo o que
Ficar?
Aqui todos acabam misturados no vidro
Aqui foge o círculo para o malabarista
Eu que deixo o mesmo mundo todas as noites de manhã
Nada, só atiro guitarras ao destino
Hoje ladrão e amanhã confessor
Um acrobata nas minhas palavras
Mas se fecharem a boca a um só homem
Eu choro e não durmo à noite se eu tiver desapontado
Um amigo e mesmo quando estou certo a culpa é minha
Anna, sim, eu perdoo-te por quereres que seja
De tantos amores da minha vida para morrer se tiver vergonha
Era raiva, era poesia, era sempre um
Sonho
E ainda quero acreditar entre o winters e o
Primavera
Nesta minha cara a rir no vidro
Ainda quero acreditar entre o inverno e a primavera
Nesta minha cara a rir no vidro