Roberto Kunstler — In viaggio letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "In viaggio" de Roberto Kunstler.
Letra
In viaggio per pensare
Muovendosi dal centro
Lasciandosi alle spalle
Ragione e sentimento
In viaggio come i nomadi
Che non sanno di viaggiare
E nascono nel mondo
Solo per camminare
In viaggio come gli angeli
Durante la caduta
Per ritrovare un’anima
Che un giorno si è perduta
In viaggio per necessità
Di liberarsi
Di un abito così stretto
E difficile a sfilarsi
Siamo persi
Nell’immensità di questi cieli
Per necessità
In viaggio alla ricerca
Di un tempo ritrovato
Che sfati miti e favole
Che abbiamo assimilato
Dove il grande cronometro
Ha fissato giorni ed ore
E zero è sempre il numero
E nero il suo colore
In viaggio sulle orbite
Dei nostri padri
Che sotto a queste stelle
Si sono risvegliati
E un giorno come gli altri
Però con più coraggio
Senza più parlare
Si sono messi in viaggio
E persi
Nell’immensità di questi cieli
Per necessità
In viaggio sulla terra
Nella casa dell’uomo
Dove un mare di sogni
Sembra l’unico dono
Lasciato lì da secoli
Senza rive né sponde
Ma un Dio ci scrive sopra
Su rotoli di onde
Siamo persi
Nell’immensità di questi cieli
Per necessità
Tradução da letra
Viajar para pensar
A sair do centro
Deixando para trás
Razão e sentimento
Viajando como os Nómadas
Que não sabem viajar
E nascem no mundo
Apenas andar
Viajando como anjos
Durante a queda
Para encontrar uma alma
Que um dia se perdeu
Viajar por necessidade
Para nos livrarmos
De um vestido tão apertado
E difícil de escapar
Estamos perdidos.
Na vastidão destes céus
Por necessidade
Viajar para procurar
De um tempo redescoberto
Que mitos e contos de fadas
Que nós assimilamos
Onde o grande Cronómetro
Definir dias e horas
E zero é sempre o número
E preto a sua cor
Viajando em órbitas
Dos nossos pais
Que debaixo destas estrelas
Eles acordaram
E um dia como os outros
Mas com mais coragem
Chega de conversa.
Eles foram numa viagem.
E perdido
Na vastidão destes céus
Por necessidade
Viajando pela Terra
Na Casa do homem
Onde um mar de sonhos
Parece o único presente
Deixado lá por séculos
Sem bancos ou bancos
Mas um Deus escreve nele
Em rolos de ondas
Estamos perdidos.
Na vastidão destes céus
Por necessidade