Roberto Goyeneche — Callejera letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Callejera" de Roberto Goyeneche.
Letra
Cuando apurada pasás rumbo quién sabe a qué parte
Haciendo lucir con arte tu silueta al caminar
Va diciendo ese taquear que tenés de milonguera
«Callejera, callejera, ¿a dónde irás a parar?»
Y esas pilchas que llevás no concuerdan con tu cuna
Pobre mina pelandruna hecha de seda y percal
En fina copa 'e cristal, hoy tomás ricos licores
Y entre tantos resplandores se encandiló tu arrabal
Callejera, que taqueás de Sur a Norte
Dando dique con el corte de ese empilche que llevás
Callejera, vos también sos Milonguita
Y en el fondo de tu almita, una pena sepultás
Triunfa tu gracia, ya sé, y en los rondines nocheros
Sos de los muebles diqueros, el que da más relumbrón
Despilfarrás tentación, pero al final, callejera
Cuando estés vieja y fulera, tendrás muerto el corazón
Seguí nomá', derrochá tus abriles por la vida
Fascinada y engrupida por las luces del Pigall
Que cuando empiece a tallar el invierno de tu vida
Notarás arrepentida que has vivido un carnaval
Callejera, que taqueás de Sur a Norte
Dando dique con el corte de ese empilche que llevás
Callejera, vos también sos Milonguita
Y en el fondo de tu almita, una pena sepultás
Tradução da letra
Quando te apressas vais para onde
Fazendo com que sua silhueta pareça artisticamente ao caminhar
Está a dizer aquele taquear que tens de milonguera
"Rua, rua, onde você vai parar?»
E aquelas pilchas que levas não combinam com o teu berço
Pobre mina pelandruna feita de seda e percal
Em fina Taça ' e cristal, hoje tomás ricos licores
E entre tantos resplandecentes se encolheu o teu arrabal
Rua, que taqueás de sul a Norte
Dando dique com o corte daquele empilche que levas
Rua, Você também é Milonguita
E no fundo da tua noiva, uma pena enterrada
Triunfa a tua graça, eu sei, e nas rondines da noite
Sos dos móveis diqueros, o que dá mais brilho
Você desperdiçará tentação, mas no final, rua
Quando estiveres velha e velha, terás o coração morto
Segui nomá', desperdice seus abri-los pela vida
Fascinada e engrupida pelas luzes do Pigall
Que quando começar a esculpir o inverno da tua vida
Você vai notar arrependida que você viveu um carnaval
Rua, que taqueás de sul a Norte
Dando dique com o corte daquele empilche que levas
Rua, Você também é Milonguita
E no fundo da tua noiva, uma pena enterrada