Roberto Firpo — Ivette letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Ivette" de Roberto Firpo.

Letra

En la puerta de un boliche
Un bacán encurdelado
Recordando su pasado
Que la china lo dejó
Entre los humos de caña
Retornan a su memoria
Esas páginas de historia
Que su corazón grabó
Bulín que ya no te veo
Catre que ya no apolillo
Mina que de puro esquillo
Con otro bacán se fue;
Prenda que fuiste el encanto
De toda la muchachada
Y que por una pavada
Te acoplaste a un no sé qué…
¡Qué te ha de dar ese otro
Que tu viejo no te ha dado!
¿No te acordás que he robado
Pa que no falte el bullón?
¿No te acordás cuando en cana
Te mandaba en cuadernitos
Aquellos lindos versitos
Nacidos del corazón?
¿No te acordás que conmigo
Usaste el primer sombrero
Y aquel cinturón de cuero
Que a otra mina le saqué?
¿No te traje pa tu santo
Un par de zarzos de bute
Que una noche a un farabute
Del cotorro le pianté
Y con ellos unas botas
Con las cañas de gamuza
Y una pollera papusa
Hecha de seda crepé?
¿No te acordás que traía
Aquella crema lechuga
Que hasta la última verruga
De la cara te sacó?
Y aquellos polvos rosados
Que aumentaban tus colores…
Recordando sus amores
El pobre bacán lloró…

Tradução da letra

Na porta de um boliche
Um Bacan encurdelado
Lembrando seu passado
Que a china o deixou
Entre os fumos de cana
Eles voltam à sua memória
Essas páginas de história
Que seu coração gravou
Bulin que já não te vejo
Catre que já não Apolo
Mina que de puro esquillo
Com outro Bacan ele se foi;
Vestuário que você foi o charme
De toda a rapariga
E que por uma tarada
Não sei o quê…
O que te vai dar esse outro
Que o teu velho não te deu!
Não te lembras que roubei
Pa que não falte o bullón?
Não te lembras quando em cana
Mandava te em cadernos
Aqueles bonitos versitos
Nascidos do coração?
Não te lembras de mim
Usaste o primeiro chapéu
E aquele cinto de couro
Que outra mina eu tirei?
Não te trouxe o teu santo
Um par de zarzos de bute
Que uma noite para um farabute
Del cotorro Le pianté
E com eles umas botas
Com canas de camurça
E uma pintainha papusa
Feita de seda crepe?
Não te lembras do que ele trazia
Aquele creme alface
Que até a última verruga
Ele tirou-te da cara?
E aqueles pós cor de rosa
Que aumentavam as tuas cores…
Lembrando seus amores
O pobre Bacan chorou…