Rivers of Nihil — Rain Eater letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Rain Eater" de Rivers of Nihil.

Letra

Time has come, I know the walls around me, I’ve covered every inch.
I know they’re calling to me. I’m bleeding minutes, seconds, days into this
place.
But time moves so slow, I work finger bone.
The flesh no longer part of me: I must emerge.
I am the son of centuries of self-serving, sickening scum.
I can dig, and I can crawl away from this place of iron and stone.
I can just walk away, and I’ll be free to go…
Heed the calling rain, to a place that I can call home
Bury me so I might grow.
Feed me rain, and leave me alone.
Bury me, and leave me alone.
Feed me rain so I might grow.
Knowledge through growth,
My veins grow out into the Gaian essence which feeds all life.
Grow into the essence which feeds all life.
Isolation, paralysis: the state in which I spend eternity interned.
Eternity flows.
Time moves slowly, work to emerge, fulfill my purpose within the natural world.
Within this temple of dirt.
But time is no more, where this seed is sewn.
The flesh no longer part of me: I am alive.
I’m the sum of a million years of life, light and love.
Reaching once-dead arms to the all-giving sun above.
Men of flesh and blood would call this gift a curse.
But they don’t know my pain, I would gladly serve this time a million-fold.
Bury me so I might grow.
Feed me rain, and leave me alone.
Bury me, and leave me alone.
Feed me rain so I might grow.

Tradução da letra

Chegou a hora, conheço as paredes à minha volta, cobri cada centímetro.
Sei que me estão a chamar. Estou a sangrar minutos, segundos, dias nisto
lugar.
Mas o tempo move-se tão devagar, que eu trabalho com o osso do dedo.
A carne já não faz parte de mim: eu devo emergir.
Sou o filho de séculos de escumalha egoísta e doentia.
Posso escavar, e posso rastejar para longe deste lugar de ferro e pedra.
Posso ir - me embora, e estarei livre para ir.…
Ouve a chamada chuva, para um lugar que eu possa chamar de lar
Enterra-me para que eu possa crescer.
Dá-me chuva e deixa-me em paz.
Enterra-me e deixa-me em paz.
Dá-me chuva para eu crescer.
Conhecimento através do crescimento,
As minhas veias crescem até à essência Gaiana que alimenta toda a vida.
Cresce na essência que alimenta toda a vida.
Isolamento, paralisia, o estado em que passo a eternidade internado.
A eternidade flui.
O tempo move-se lentamente, trabalha para emergir, cumpre o meu propósito dentro do mundo natural.
Dentro deste templo de terra.
Mas o tempo já não existe, onde esta semente é cosida.
A carne já não faz parte de mim: estou vivo.
Sou a soma de um milhão de anos de vida, luz e amor.
Alcançando braços outrora mortos para o sol que dá tudo acima.
Homens de carne e osso chamariam a este dom uma maldição.
Mas eles não conhecem a minha dor, Eu serviria de bom grado desta vez um milhão de vezes.
Enterra-me para que eu possa crescer.
Dá-me chuva e deixa-me em paz.
Enterra-me e deixa-me em paz.
Dá-me chuva para eu crescer.