Rifles At Recess — Heroes vs. Harlots letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Heroes vs. Harlots" de Rifles At Recess.
Letra
heroes, harlots, habits. decieve another heart in this waking hour.
i will die again
before breath. before scars heal you must bleed. cast my doubt in every sunrise
and
make this day remember the night as i painted it. show me your trust and ill
show you
my betrayal, breaking me down i beg tolerance. suspend me by broken wings.
breath in the sky and kill those thoughts that are dead mans dreams… alas we have
severed our
tongues. no more wishing with our eyes we’ve created every fucking monster…
every
fucking one. pick up the knife and paint the floor red with your selfish
intentions.
sharpen your teeth for the hunt and we will sin like unbaptised children… this
broken back will claim our innocence .our age will outweigh our desire.
i can still
see a boy bringing flowers as i lay in this empty room i have named every scar
after
you, i have grown to call this pain friend. born a slave but ill die a master, if this is life then show me the fucking door. i’ve been to funner funerals.
Tradução da letra
heróis, prostitutas, hábitos. decorar outro coração nesta hora de acordar.
vou morrer outra vez.
antes de respirar. antes que as cicatrizes se curem, tens de sangrar. lançar a minha dúvida em cada nascer do sol
e
faz com que este dia se lembre da noite como a pintei. mostra-me a tua confiança e a tua doença.
mostrar-te
a minha traição, derrubar-me, imploro tolerância. suspende-me por asas partidas.
respirem no céu e matem os pensamentos que são sonhos de homens mortos ... infelizmente temos
cortou o nosso
lingua. sem mais desejos com os nossos olhos criamos todos os monstros…
todo
porra. pega na faca e pinta o chão de vermelho com o teu egoísmo.
intencao.
afia os dentes para a caçada e vamos pecar como crianças não batizadas.
quebrada vai reivindicar a nossa inocência .a nossa idade superará o nosso desejo.
ainda posso
vejam um rapaz a trazer flores enquanto me deito neste quarto vazio que chamei a cada cicatriz
apos
tu, eu cresci a chamar a este amigo da dor. nasci escravo, mas morrerei mestre, se isto é vida, então mostra-me a merda da porta. já fui a funner funerais.