Ricky Martin — Si Ya No Estás Aquí letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Si Ya No Estás Aquí" de Ricky Martin.
Letra
Si ya no estás aquí
Mi vida es diferente
Si ya no estás aquí
Traspaso entre la gente
Soy caminante vagando sin prisa
En el vacío en que escondí tus caricias
Donde no existe rencor ni malicia
Donde suelo ir a morir
Presiento labios cerrados para no invocar recuerdos
Manos atadas para no arriesgar deseos
Tomar prestado por amor correr el riesgo
Romper distancias para sobornar al tiempo
Ven, corazón que ya no siente es porque ojos ya no ven
Hoy te quiero de rehén
Si ya no estás aquí
Mi vida es diferente
Si ya no estás aquí
Traspaso entre la gente
Soy caminante vagando sin prisa
En el vacío en que escondí tus caricias
Donde no existe rencor ni malicia
Donde suelo ir a morir
Decreto, ojos callados para no encallar misterios
Beso francés que es como antídoto y veneno
Como un prejuicio restaurando otro desprecio
Cobrando deuda reclamando entre lo ajeno
Ven, corazón que ya no siente es porque ojos ya no ven
Hoy te quiero de rehén
Si ya no estás aquí
Mi vida es diferente
Si ya no estás aquí
Traspaso entre la gente
Soy caminante vagando sin prisa
En el vacío en que escondí tus caricias
Donde no existe rencor ni malicia
Donde suelo ir a morir
Ese es el antídoto y veneno de mi cuerpo
Si tu no estás amor
Si ya no estás
Tradução da letra
Se já não estás aqui
A minha vida é diferente
Se já não estás aqui
Transferência entre as pessoas
Eu sou caminhante vagando sem pressa
No vazio em que escondi as tuas carícias
Onde não há rancor nem malícia
Onde costumo ir morrer
Sinto lábios fechados para não invocar memórias
Mãos amarradas para não arriscar desejos
Tomar emprestado por amor correr o risco
Quebrar distâncias para subornar o tempo
Vem, coração que já não sente é porque olhos já não vêem
Hoje quero te como refém
Se já não estás aqui
A minha vida é diferente
Se já não estás aqui
Transferência entre as pessoas
Eu sou caminhante vagando sem pressa
No vazio em que escondi as tuas carícias
Onde não há rancor nem malícia
Onde costumo ir morrer
Decreto, olhos calados para não encalhar mistérios
Beijo francês que é como antídoto e veneno
Como um preconceito restaurando outro desprezo
Cobrando dívida reclamando entre os outros
Vem, coração que já não sente é porque olhos já não vêem
Hoje quero te como refém
Se já não estás aqui
A minha vida é diferente
Se já não estás aqui
Transferência entre as pessoas
Eu sou caminhante vagando sem pressa
No vazio em que escondi as tuas carícias
Onde não há rancor nem malícia
Onde costumo ir morrer
Esse é o antídoto e veneno do meu corpo
Se você não está amor
Se já não estás