Richard Anthony — Séverine letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Séverine" de Richard Anthony.

Letra

Le printemps qui ne se hâte guère
Tient dans les bruyères
Son rire de bleuets
Et dans le pays les gens s'étonnent
Moi je sais mieux que personne
Pourquoi il pleut jusqu’en mai
Quelque chose au monde se déchire
Quelque chose pleure désormais
Quelque chose au monde se déchire
Une aurore une rose
Un amour quelque chose
Que jamais je ne trouverai jamais
Jamais
Le printemps ne se hâte plus guère
Près de la rivière
Et presqu'à la nuit tombée
Elle venait à moi ruisselante
Encore du parfum des menthes
Traversées
Quelque chose en elle me déchire
Quelque chose pleure désormais
Quelque chose en elle me déchire
Une aurore une enfance
Depuis ce temps-là je pense
Que jamais je ne la reverrai jamais
Jamais
A l’instant où glissait son manteau
De ses épaules
Une averse de sanglots d’oiseaux
Tombait des saules
Dans ses yeux brûlait le désespoir
De ceux qui savent bien
Qu’ils en mourront un jour
Et qui abandonnés et sans âme
Laissent la vie sécher leurs larmes
Au grand vent du soir
On la maria au matin clair
D’un jour d’octobre
Coiffée d’oranger et de lumière
Et dans sa robe
Le soleil éclaboussait de l’or
Et s'éparpillait en chapelet de sang
Et lorsque la nuit descendit
Toute seule à ce que l’on dit
Elle s’en alla dormir dans l'étang
Quelque chose au fond de moi se brise
Quelque chose pleure désormais
Quelque chose au fond de moi se brise
Une aurore ou une enfance
Quelque chose à quoi je pense
Que jamais je ne retrouverai jamais
Jamais

Tradução da letra

A primavera que não se apressa
Encaixa-se na urze.
O seu riso de mirtilo
E no campo as pessoas ficam espantadas
Eu sei melhor do que ninguém.
Por que chove até Maio
Algo no mundo está a desfazer-se
Algo está a chorar agora.
Algo no mundo está a desfazer-se
Uma aurora uma rosa
Um AMOR qualquer coisa
Que nunca encontrarei
Nunca
A primavera já não está com pressa.
Perto do rio
E quase ao anoitecer
Ela vinha ter comigo a pingar
Mais fragrância de hortelã
Cruz
Algo nela me separa
Algo está a chorar agora.
Algo nela me separa
Um amanhecer uma infância
Desde então, acho eu.
Que nunca mais a verei
Nunca
No momento em que ele escorregou o casaco
Dos seus ombros
Uma chuva de soluços de pássaros
Salgueiros Caídos
Nos seus olhos ardeu o desespero
Dos que conhecem bem
Que um dia morrerão
Que abandonam, sem alma,
Deixa a vida secar as lágrimas
No grande vento da noite
Nós maria na manhã clara
De um dia de outubro
Decorados com laranja e luz
E de vestido
O sol salpicou ouro
E espalhado num Rosário de sangue
E quando a noite chegou
Sozinho com o que dizem
Ela foi dormir no lago.
Algo dentro de mim parte
Algo está a chorar agora.
Algo dentro de mim parte
Uma Aurora ou uma infância
Algo em que estou a pensar
Que nunca mais encontrarei
Nunca