Ricardo Arjona — Porque Hablamos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Porque Hablamos" de Ricardo Arjona.

Letra

tú me dices
yo te digo
y así empieza nuestra guerra cotidiana
yo me armo de adjetivos
tú conjugas el peor de mis pasados.
y te apunto
donde duele
y te acuerdo el peor de tus pecados
tú reviras la ofensiva
y disparas donde sabes que haces daño.
y en el campo de batalla
quedan muertos los minutos que perdemos
tú me dices,
yo te digo,
y así acaba nuestra guerra cotidiana
esta guerra sin cuartel que nadie gana.
porque hablamos
y no usamos ese tiempo en darnos besos
en pintarnos con las manos
las caricias que queremos
y que no nos damos
porque siempre hablamos
de lo tuyo y de lo mío
del pasado y los culpables
mientras muere otro minuto
porque hablamos.
ya te dije
que no es cierto
ya dijiste que tú no eres lo que digo
nadie cree
nadie acepta
cada quien defiende su utopía
y el fantasma de la duda
se abre paso en la frontera del futuro
y el presente moribundo
se consuela con lo poco que nos queda.
y te quiero
y me quieres
pero somos más idiotas que sensatos
y aparece otro día
y nos van quedando llagas incurables
de esta maldita enfermedad de hablar de más.
porque hablamos
y no usamos ese tiempo en darnos besos
en pintarnos con las manos
las caricias que queremos
y que no nos damos
porque siempre hablamos
de lo tuyo y de lo mío
del pasado y los culpables
mientras muere otro minuto
porque hablamos.
…mientras muere otro minuto
porque hablamos.
porque hablamos.

Tradução da letra

tu é que me dizes
eu digo te
e assim começa a nossa guerra quotidiana
eu me armo em adjetivos
tu conjugas o pior dos meus passados.
e eu alinho
onde dói
e lembro te do pior dos teus pecados
tu voltas a ofensiva
e disparas onde sabes que estás a magoar.
e no campo de batalha
os minutos que perdemos estão mortos
tu é que me dizes,
eu digo te,
e assim termina a nossa guerra quotidiana
esta guerra sem quartel que ninguém ganha.
porque falámos
e não usamos esse tempo para nos dar beijos
em pintar-nos com as mãos
as carícias que queremos
e que não nos damos
porque falamos sempre
do teu e do meu
do passado e os culpados
enquanto morre mais um minuto
porque falámos.
já te disse
que não é verdade
já disseste que não és o que estou a dizer
ninguém acredita
ninguém aceita
cada um defende sua utopia
e o fantasma da dúvida
ele faz o seu caminho para a fronteira do futuro
e o presente moribundo
conforta-se com o pouco que nos resta.
e eu amo te
e tu amas me
mas somos mais idiotas do que sensatos
e aparece outro dia
e estamos a ficar feridas incuráveis
desta maldita doença de falar demais.
porque falámos
e não usamos esse tempo para nos dar beijos
em pintar-nos com as mãos
as carícias que queremos
e que não nos damos
porque falamos sempre
do teu e do meu
do passado e os culpados
enquanto morre mais um minuto
porque falámos.
mientras enquanto morre mais um minuto
porque falámos.
porque falámos.