Ricardo Arjona — No Estoy Solo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "No Estoy Solo" de Ricardo Arjona.

Letra

Sueño con quitarle a la vida ese tono gris
que se parece a la muerte.
voy y me meto a la ducha para ver si el jabon
me lava la mala suerte.
quiero olvidarme de todo,
quiero cambiarme hasta el nombre.
No hay razon de ser el testigo de que mi vida pase
sin que pase de nada.
quiero olvidarme de todo lo que dejo´ una huella
que me dejó marcado.
No hay un mal que dure cien años
ni hay idiota que lo soporte.
No tengo siete vidas como un gato
y es hora de que me de cuenta.
Que no estoy solo
que hay alguien esperando por mi en cualquier sitio,
con cosas nuevas para ofrecer
con mil locuras,
diespuestas todas a realizar lo irrealizable;
que tengo mucha vida por delante.
Trato de pegarle un borron
a todo lo que en su tiempo me robo´ una sonrisa.
quiero recuperar el ritmo
y ya no acelerarme con estupidas prisas.
No hay mal que dure cien años,
ni hay idiota que lo soporte.
Salgo caminando ala calle y me tomo
un taxi con destino a lo incierto.
dejo que la vida sorprenda
a ese trozo de mi que todavia no ha muerto.
Le faltaré el respeto al destino,
le sacaré la lengua al pasado.
no tengo siete vidas como un gato,
y es hora de que me de cuenta.
Que no estoy solo
que hay alguien esperando por mi en cualquier sitio,
con cosas nuevas para ofrecer
con mil locuras,
dispuestas todas a realizar lo irrealizable;
que tengo mucha vida por delante.
Que no estoy solo
que hay alguien esperando por mi en cualquier sitio,
con cosas nuevas para ofrecer
con mil locuras,
dispuestas todas a realizar lo irrealizable;
que tengo mucha vida por delante.

Tradução da letra

Eu sonho em tirar a vida desse tom cinza
que se parece com a morte.
vou tomar banho para ver se o sabão
a má sorte lava-me.
quero esquecer tudo,
quero mudar de nome.
Não há razão para ser a testemunha da minha vida
não vai acontecer nada.
quero esquecer tudo o que deixo uma impressão digital
que me deixou marcado.
Não há mal que dure cem anos
não há nenhum idiota que o suporte.
Não tenho sete vidas como um gato
e está na hora de eu perceber.
Que não estou sozinho
que há alguém à minha espera em qualquer lado,
com coisas novas para oferecer
com mil loucuras,
diespostas todas a realizar o irrealizável;
que tenho muita vida pela frente.
Estou a tentar bater lhe num borron
a tudo o que no seu tempo roubei um sorriso.
quero recuperar o ritmo
e já não acelerar com pressa estúpida.
Não há mal que dure cem anos,
não há nenhum idiota que o suporte.
Eu saio andando para a rua e pego
um táxi com destino ao incerto.
deixo a vida surpreender
aquele pedaço de mim que ainda não morreu.
Vou desrespeitar o destino,
vou tirar a língua do passado.
Não tenho sete vidas como um gato,
e está na hora de eu perceber.
Que não estou sozinho
que há alguém à minha espera em qualquer lado,
com coisas novas para oferecer
com mil loucuras,
dispostas todas a realizar o irrealizável;
que tenho muita vida pela frente.
Que não estou sozinho
que há alguém à minha espera em qualquer lado,
com coisas novas para oferecer
com mil loucuras,
dispostas todas a realizar o irrealizável;
que tenho muita vida pela frente.