Ricardo Arjona — Iluso letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Iluso" de Ricardo Arjona.

Letra

Era un jueves gris, llov­a,
P­deme un remis, dec­a,
En el lobby de un hotel barato,
Viene de rentar su piel un rato,
Con la algarab­a del deber cumplido.
Acrobacias del placer fingido,
Un orgasmo de alquiler, con ruidos,
Pone boca en su carm­n escaso,
Ara±ando el adoqu­n sus pasos,
Quien tiene algo para la nariz, pregunta.
Podr­a ser de utilidad un pa±uelo,
Disfrac© de ingenuidad, mi anzuelo,
Algo para no dormir, idiota,
Si me das podr­as pedir mi ropa.
Donde encuentro nieve paґl desvelo, ahora,
Creo que cien podr­a ajustar, te animas,
Mi depa esta al cruzar la esquina,
Estoy solo como tu, fulana,
Te invito a estrenar la luz, ma±ana,
No te quiero paґ desarreglar la cama.
No es lo que haces con tu boca mi mu±eca rota lo que solicito,
Te puedes dejar la ropa, mi mu±eca rota no la necesito,
No es mojar la calentura, ahogar en tu cintura lo que ando buscando,
Es un poco de ternura para ver si cura lo que estoy pasando,
Dijo si sin sonre­r, camina.
Dime si el sexo sin placer, te enciende,
Solo si el cliente es mujer, lo entiendes,
Disimulando argumente esta claro,
No te creas que me parece raro,
Cada quien su gusto y su pasiіn, le dije.
Te podr­a sujetar la mano,
Dame cien para empezar, y hablamos,
Los busque en mi pantalіn y nada,
Fui debajo del colchіn y estaban,
Se los di como quien compra un par, de alas.
No es lo que haces con tu boca mi mu±eca rota lo que solicito,
Te puedes dejar la ropa, mi mu±eca rota no la necesito,
No es mojar la calentura, ahogar en tu cintura lo que ando buscando,
Es un poco de ternura para ver si cura lo que estoy pasando.
Miro el burі y sin sonre­r, momento,
Si es tu ex la del burі no hay trato,
Con su mano se±alі el retrato,
La conoces pregunt©, confuso,
Fue por m­ quien te dejo, iluso.
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Tradução da letra

Era uma quinta-feira cinzenta, llova,
Pdeme um remis, deca,
No lobby de um hotel barato,
Vem de alugar sua pele por um tempo,
Com o barulho do dever cumprido.
Acrobacias do prazer fingido,
Um orgasmo alugado, com ruídos,
Ele coloca boca em seu carmn escasso,
Ara ± ando o paralelepípedo seus passos,
Quem tem algo para o nariz, pergunta.
Pode ser útil um pa±uelo,
Disfarçado de ingenuidade, o meu anzol,
Algo para não dormir, idiota,
Se me deres, podes pedir a minha roupa.
Onde encontro neve Pall desvelo, agora,
Eu acho que cem pode ajustar, você se animar,
O meu apartamento está a atravessar a esquina,
Estou sozinho como tu, miúda,
Convido-Te a estrear a luz, ma ± ana,
Não te quero desarrumar a cama.
Não é o que estás a fazer com a tua boca a minha mu ± eca partida o que peço,
Podes deixar a roupa, a minha mu±eca partida não preciso dela,
Não é molhar a Tesão, afogar em sua cintura o que ando procurando,
É um pouco de ternura para ver se cura o que estou passando,
Disse se sem sorrir, caminha.
Diz-me se o sexo sem prazer te liga,
Só se o cliente for mulher, você entende,
Dissimulando argumenta está claro,
Não penses que acho estranho,
Cada Quem seu gosto e seu pasiin, eu disse a ele.
Podes segurar a tua mão,
Dá-me cem para começar, e falamos,
Encontrei os na minha pantalin e nada,
Eu fui debaixo do colchin e eles estavam,
Dei-lhos como quem compra um par, de asas.
Não é o que estás a fazer com a tua boca a minha mu ± eca partida o que peço,
Podes deixar a roupa, a minha mu±eca partida não preciso dela,
Não é molhar a Tesão, afogar em sua cintura o que ando procurando,
É um pouco de ternura para ver se cura o que estou passando.
Eu olho para o buri e sem sorrir, momento,
Se é a tua ex a do buri não há acordo,
Com sua mão você±ali o retrato,
Você a conhece pergunt©, confuso,
Foi por mim que te deixei, iludido.
Thanks to /* */