Rey Ruiz — No Me Acostumbro letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "No Me Acostumbro" de Rey Ruiz.
Letra
Mirando cosas viejas, hallé un poema
En una servilleta, casi borrado
Eran sólo una líneas, era mi letra
Estaba dedicado, a la mujer que amo
Los versos eran tristes y mal logrados
Pero eran un reflejo de aquellos años
Los años mas terribles que me han pasado
Y mientras los leía me ahogaba en llanto
No me acostumbro no, no me acostumbro
Todavía al acostarme la recuerdo
Y al despertar amor, tiemblo de miedo
Al descubrir que solo estaba en mi sueño
No me acostumbro no, no me acostumbro
Hice mil cosas para comenzar de nuevo
Dejé de frecuentar amigos en común
Pero me siento que estoy preso en aquel tiempo
Mirando cosas viejas, hallé una foto
En ella se veía, besando mis ojos
Quisiera ahora cerrarlos y sentir lo mismo
Después de tanto tiempo, hoy pido poco
No me acostumbro no, no me acostumbro
Todavía al acostarme la recuerdo
Y al despertar amor, tiemblo de miedo
Al descubrir que solo estaba en mis sueños
No me acostumbro no, no me acostumbro
Hice mil cosas para comenzar de nuevo
Dejé de frecuentar amigos en común
Pero me siento que estoy preso en aquel tiempo
(No me acostumbro, no se vivir sin ti)
Como un loco hice mil cosas
Para comenzar de nuevo
Probé mil rutas y todas van a tí
(No me acostumbro, no se vivir sin ti)
No no no, no se olvidar
Tu recuerdo en mi memoria
Y como yo lo quiero yo lo dejo ahí
(No me acostumbro, no se vivir sin ti)
Y te repito que no puedo acostumbrarme
Que no daría al despertarme
Por que estuvieras conmigo aquí
No puedo, no puedo
(No sé vivir sin ti)
Es que cuando el amor
Se siente así tan dentro
Se le convierte en un infierno al corazón
(No me acostumbro, no se vivir sin ti)
Esta soledad me está acabando, me está matando
Y en el silencio extraño tu voz
(No me acostumbro, no se vivir sin ti)
No soy libre, porque me siento que estoy preso
En aquel tiempo
Tradução da letra
Olhando para coisas antigas, encontrei um poema
Em um guardanapo, quase apagado
Eram só umas linhas, era a minha letra
Era dedicado, à mulher que amo
Os versos eram tristes e mal alcançados
Mas eles eram um reflexo daqueles anos
Os anos mais terríveis que me aconteceram
E enquanto os lia afogava me em lágrimas
Não me habituo, não me habituo
Ainda quando me deitei lembro me dela
E ao despertar amor, tremo de medo
Ao descobrir que eu estava apenas no meu sonho
Não me habituo, não me habituo
Fiz mil coisas para começar de novo
Deixei de frequentar amigos em comum
Mas sinto que estou preso naquele tempo
Olhando para coisas antigas, encontrei uma foto
Nela ela olhou, beijando meus olhos
Gostaria agora de os Fechar e sentir o mesmo
Depois de tanto tempo, hoje peço pouco
Não me habituo, não me habituo
Ainda quando me deitei lembro me dela
E ao despertar amor, tremo de medo
Ao descobrir que eu estava apenas nos meus sonhos
Não me habituo, não me habituo
Fiz mil coisas para começar de novo
Deixei de frequentar amigos em comum
Mas sinto que estou preso naquele tempo
(Eu não me acostumei, não sei viver sem você)
Como um louco, fiz mil coisas
Para começar de novo
Eu tentei mil rotas e todas elas vão até você
(Eu não me acostumei, não sei viver sem você)
Não Não Não, Não se esqueça
A tua memória na minha memória
E como eu o quero, eu o deixo lá
(Eu não me acostumei, não sei viver sem você)
E repito que não me consigo habituar
Que não daria ao acordar
Porque estavas comigo aqui
Não posso, não posso
(Eu não sei viver sem você)
É que, quando o amor
É assim tão dentro
Torna se um inferno para o coração
(Eu não me acostumei, não sei viver sem você)
Esta solidão está a acabar comigo, está a matar-me
E no silêncio sinto falta da tua voz
(Eu não me acostumei, não sei viver sem você)
Eu não sou livre, porque eu sinto que estou preso
Naquele tempo