Revolver — Clarisa letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Clarisa" de Revolver.
Letra
Una noche a la hora en que la vida,
ya baja violenta.
Arrastrano maderos podridos y restos de fe.
Le cogio con el alma dormida y la puerta entreabierta.
Permitiendo que el rio creciera
y se hinchara con él.
Y entre un mar de sonrisas prohibidas
y de lágrimas muertas
escogió ser amigo de paso del gran capitán
que no ordena, ni grita, ni escucha implacabe y sediento
el virrey del silencio furtivo y de la oscuridad.
A mi no me saldran alas como a Clarisa.
A mi que tengo pavor a la soledad.
A mi que nunca fui bueno en las despedidas.
A mi se me quiebra el alma cuando se va.
Bocanadas a partes iguales de furia y ternura
de verdades envueltas en lazo con papel celofan
de egoismo insaciable servido en bandeja de plata
y de mentiras color caramelo que saben a sal.
Y a mi no me saldran alas como a Clarisa.
A mi que tengo pavor a la soledad.
A mi que nunca fui bueno en las despedidas.
A mi se me quiebra el alma cuando se va.
A mi se me quiebra el alma cuando se va.
Se dejaba arrullar por las voces mas cautivadoras.
La locura es tan cuerda aunque nadie lo quiera pensar.
Y saber que la parte correcta la muestra el espejo.
Y querer comprobar qué demonios se esconde detras.
Y a mi no me saldran alas como a Clarisa.
A mi que tengo pavor a la soledad.
A mi que nunca fui bueno en las despedidas.
A mi se me quiebra el alma cuando se va.
A mi se me quiebra el alma cuando se va.
A mi se me quiebra el alma cuando se va.
Tradução da letra
Uma noite na hora em que a vida,
já baixa violenta.
Arrastão Madeiros podres e restos de fé.
Fodeu-o com a alma Adormecida e a porta entreaberta.
Permitindo que o rio crescesse
e vai inchar com ele.
E entre um mar de sorrisos proibidos
e de lágrimas mortas
escolheu ser amigo de passagem do grande capitão
que não ordena, nem grita, nem escuta implacável e sedento
o vice-rei do silêncio furtivo e da escuridão.
Não vou ter asas como a Clarisa.
A mim que tenho medo da solidão.
Nunca fui bom em despedidas.
A minha alma parte-se quando se vai embora.
Puffs em partes iguais de fúria e ternura
de verdades envoltas em laço com papel celofane
de egoísmo insaciável servido em bandeja de prata
e de mentiras cor de caramelo que sabem a sal.
E a mim não me sairão asas como a Clarisa.
A mim que tenho medo da solidão.
Nunca fui bom em despedidas.
A minha alma parte-se quando se vai embora.
A minha alma parte-se quando se vai embora.
Deixava-se acalmar pelas vozes mais cativantes.
A loucura é tão sÃ, mesmo que ninguém queira pensar nisso.
E saber que a parte certa é mostrada pelo espelho.
E querer verificar o que diabos está escondido por trás.
E a mim não me sairão asas como a Clarisa.
A mim que tenho medo da solidão.
Nunca fui bom em despedidas.
A minha alma parte-se quando se vai embora.
A minha alma parte-se quando se vai embora.
A minha alma parte-se quando se vai embora.