Reverence — Psalm IV letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Psalm IV" de Reverence.
Letra
Death has come to hang me, we’re all wastes of god
They wanna be what they can’t become
Mud flows in your veins and covers your skin
An angel protects you from yourself
But a last breath comes from your deathly pallor
A black hearse gonna be your next shelter
Where life has ceased to exist, we shall join to the forbidden acts
We’ll wander where death has not dared to enter
Emptiness surrounds nothingness, carressing the world, sadly
Tomorrow we’ll close our eyes forever, the ending we chose
Flowers as company, reflected on cold marble
The way of all lives is repeated, we know our end
The smell of the cellar penetrates my lungs
What we have seen is our world
A thorough life to forget throughout time
A thorough life in suffering and insanity
What we have felt is our lives
And the black scene envelops me, my body will remain faithful to it
We are the ghosts in control of the stillborns future
Without life, without love, a cluster of atoms in agony
Tradução da letra
A morte veio enforcar-me, somos todos resíduos de Deus.
Querem ser o que não se podem tornar
A lama corre nas tuas veias e cobre a tua pele
Um anjo protege-te de ti mesmo.
Mas um último suspiro vem da tua palidez Mortal.
Um carro funerário Negro será o teu próximo abrigo.
Onde a vida deixou de existir, juntamo-nos aos actos proibidos.
Vaguearemos por onde a morte não ousou entrar
O vazio rodeia o nada, acariciando o mundo, infelizmente
Amanhã fecharemos os olhos para sempre, o fim que escolhemos
Flores como companhia, reflectidas em mármore frio
O caminho de todas as vidas é repetido, sabemos o nosso fim
O cheiro da cave penetra nos meus pulmões.
O que vimos é o nosso mundo
Uma vida completa para esquecer ao longo do tempo
Uma vida completa de sofrimento e insanidade
O que sentimos é as nossas vidas
E a cena Negra envolve-me, o meu corpo permanecerá fiel a ela.
Somos os fantasmas que controlam o futuro dos nados-mortos.
Sem vida, sem amor, um conjunto de átomos em agonia