Rev 16:8 — Rust Retinal Vein letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Rust Retinal Vein" de Rev 16:8.
Letra
Quiet lies the soil of dawn’s wake
The fields await it still, dead-like, frozen
Gray dim shades slowly flow by hidden
Like a veils umbra they stir beyond notice
The transition has begun
Only a warrior’s blessing will do The ritual’s outcome depends on it Affecting all who strive to see the heavens
From nowhere they appear into the open
Visible at once to the vulture’s sight
Force jargon adaption, lined up to oblivion
Tied to one fate and one fate alone
As the air thickens they come alive
Another cane placed in the sand
Sinking as it’s eaten to immersion
Wood turned into liquid gold
The polygon of strivers take form in the far distance
Nothing but the turn of squealing wheels is perceived
This one has seen through the worst of hailstorms and
fires
Still it keeps forming trails everywhere it turns
The carriage is moving the load of the lost
From the several that have heard it rumble
Sickness has left its soul mark upon those
Who’ve come too close or crossed its path
Long have they traveled yet they’ve only covered the
harder ground
Numbers have been put to past, and there are many more
to forget
Onward the carriage rolls just to see a meaningless
journey’s end
The rise of the seven suns
Spawn the beams in stale sot
Scraping the remains from the virgin skull
There is nothing emptiness can’t fill
Tradução da letra
Silêncio repousa o solo do despertar da Aurora
Os campos esperam-no ainda, morto, congelado
Tons escuros cinzentos fluem lentamente por escondidos
Como os véus umbra mexem-se sem serem vistos.
A transição começou
Só a bênção de um guerreiro fará o resultado do ritual. depende de afectar todos os que se esforçam para ver os céus.
Do nada aparecem ao ar livre
Visível imediatamente à vista do abutre
Forçar a adaptação do jargão, alinhado ao esquecimento
Amarrado a um só Destino
À medida que o ar se espalha, eles ganham vida.
Outra Bengala colocada na areia
Afundando como é comido à imersão
Madeira transformada em ouro líquido
O polígono dos estriadores se forma na distância distante
Nada mais do que a volta das rodas a guinchar é percebido
Este já viu as piores tempestades de granizo e
fogo
Continua a formar trilhas por todo o lado.
A carruagem está a mover a carga dos perdidos.
Dos vários que a ouviram,
A enfermidade deixou sua marca de alma sobre aqueles
Que se aproximaram demais ou cruzaram o seu caminho
Durante muito tempo viajaram, mas só cobriram o
terreno mais duro
Os números foram passados, e há muitos mais
esquecer
Para a frente a carruagem rola só para ver um insignificante
fim da viagem
A ascensão dos Sete Sóis
Desovem as vigas em sardas velhas
Raspando os restos do crânio virgem
Não há nada que o vazio não possa preencher