Reincidentes — Yo Acuso letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Yo Acuso" de Reincidentes.

Letra

Yo le llamo terrorista
Al que da al trabajador
Las migajas por sudor
Las mentiras, y si no
Te jodes igual, hay muchos detrás
Yo le llamo terrorista
Al contertulio de salon
Que en la tribuna de opinion
Vendido al ultimo postor
Apunta a quien no se deja engañar
Ellos solo quieren ver su paz, ya esta bien
La paz que eterniza su chupar del poder
Tachan de violento al que ya no puede mas
Yo le llamo terrorista
Al gobierno liberal
A su legitimidad
Su prepotencia y vanidad
Que huele a anteayer y no quiere ocultar
Yo le llamo terrorista
Al coronel y al general
Su honor y su fidelidad
Su patria y su tradicion
Que en el fondo del mar estarian mejor
No dejan que pase informacion sin control
Sueltan a los perros al que no se arrodilla
Hay algo que tiene que explotar en sus manos
No es la suya pero es libertad, libertad…
Yo le llamo terrorista
Al aparato policial
Su puta entrega criminal
Su sadismo y corrupcion
A sus victimas y su superior
Yo le llamo terrorista
Al prelado y su manjar
A sus empresas y su fe
Diabolica bendicion
Que quiero evitar y no puede ser
Todo esto nos lleva al mismo fin. A pensar
Que estamos encadenados por puta escoria
No vais a poderme encasillar, ni callar
Ni me tachen de maleducao
Solo es odio…
Solo es odio…

Tradução da letra

Chamo lhe terrorista
Aquele que dá ao trabalhador
As migalhas por suor
As mentiras, e se não
Você se foda da mesma forma, há muitos por trás
Chamo lhe terrorista
Al contertulio de salon
Que na Tribuna de opinion
Vendido ao último licitante
Aponta para quem não se deixa enganar
Eles só querem ver a paz deles
A paz que eterniza sua sugação do poder
Eles riscam de violento aquele que já não pode mais
Chamo lhe terrorista
Ao governo liberal
À sua legitimidade
Sua prepotência e vaidade
Que cheira a anteontem e não quer esconder
Chamo lhe terrorista
Ao coronel e ao general
Sua honra e sua fidelidade
Sua pátria e sua tradição
Que no fundo do mar estariam melhor
Não deixam passar informações sem controlo
Soltam os cães que não se ajoelha
Há algo que tem que explodir em suas mãos
Não é a sua mas é liberdade, liberdade…
Chamo lhe terrorista
Ao aparelho policial
A porra da sua entrega criminosa
Seu sadismo e corrupção
As suas vítimas e o seu superior
Chamo lhe terrorista
Ao prelado e sua iguaria
Às suas empresas e à sua fé
Bênção diabólica
Que eu quero evitar e não pode ser
Tudo isso nos leva ao mesmo fim. A pensar
Que estamos acorrentados por escumalha
Não me podem calar nem calar
Nem me riam de maleducao
É só ódio…
É só ódio…