Reincidentes — Jartos Daguanta letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Jartos Daguanta" de Reincidentes.

Letra

¿Por qué habrá tantas mujeres pendientes del culebrón?
¿Por qué habrá tantos chavales que necesitan su ración?
¿Por qué habrá tanto dinero metido en el rock and roll?
¿Por qué habrá tanto madero y tan cabrón?
¿Por qué hay tantos africanos que se ahogan en el mar?
¿Por qué habrá tanto trabajo de guardia de seguridad?
¿Por qué siempre al millonario lo defiende el militar?
¿Por qué habrá tanto cacique en mi ciudad?
Y allá en las calles de aquí p’allá
to embolillao buscando un bar
dulce refugio pa llegar con los colegas a brindar
sin olvidar que estamos jartos d’aguantar.
¿Por qué habrá tanto recluta que no sabe dónde está?
¿Por qué habrá cotos de caza y tanto niño sin escolar?
¿Por qué los que menos tienen son los que más tienen que dar?
¿Por qué apenas hay ballenas en el mar?
Y allá en las calles de aquí p’allá
to embolillao buscando un bar
dulce refugio pa llegar con los colegas a brindar
sin olvidar que estamos jartos d’aguantar.
Otra vez
Todo a punto de caer, malos tiempos
quieren machacar, aunque tú y yo sabemos que no romperán
la distancia entre los dos
nuestra forma de vivir
no te preocupes porque nadie
podrá robarte lo que hay dentro de ti.
Otra vez hundido en la miseria
otra vez confundido en esta mierda
otra vez atrapado en tu cuerpo
otra vez tu mirada de desprecio.
Ante nada, nunca pediremos perdón
¿hasta cuándo nos negarán la razón?
pobres locos, creen en la revolución
ante todo…
Estoy loco por poder mirar tus ojos y saber
que todo allí afuera deja de dar vueltas
a nuestro alrededor
cada noche que me das
una caricia pa crear
algo muy distinto
molestando y rebrincando para sobrevivir.
Otra vez arrastrándome por los suelos
otra vez vomitando mi cerebro.
Otra vez hundido en la miseria
otra vez confundido en esta mierda
otra vez camino del talego
otra vez me cago en tos tus muertos.
Ante todo, conservar la ilusión
¿Hasta cuándo nos negarán la razón?
pobres locos, creen en la revolución
ante nada, nunca pediremos perdón.

Tradução da letra

Por que haverá tantas mulheres pendentes da culebrón?
Porque é que há tantos miúdos que precisam da ração deles?
Porque é que vai haver tanto dinheiro no rock and roll?
Por que haverá tanto madero e tão bastardo?
Por que há tantos africanos que se afogam no mar?
Por que haverá tanto trabalho de guarda de segurança?
Por que o milionário é sempre defendido pelo militar?
Por que haverá tanto cacique na minha cidade?
E ali nas ruas daqui p'ali
à procura de um bar
Doce refúgio Pa chegar com os colegas para brindar
não esquecendo que estamos jartos d'aturar.
Porque haverá tanto recruta que não sabe onde está?
Por que haverá limites de Caça e tanto menino sem escola?
Por que os que menos têm são os que mais têm que dar?
Por que quase não há baleias no mar?
E ali nas ruas daqui p'ali
à procura de um bar
Doce refúgio Pa chegar com os colegas para brindar
não esquecendo que estamos jartos d'aturar.
Outra vez
Tudo prestes a cair, tempos Ruins
eles querem esmagar, embora tu e eu saibamos que não vão quebrar
a distância entre os dois
nossa maneira de viver
não te preocupes com ninguém
ele pode roubar-te o que está dentro de ti.
Novamente afundado na miséria
novamente confuso nesta merda
outra vez preso em seu corpo
outra vez o teu olhar de desprezo.
Diante de nada, nunca pediremos perdão
até quando nos negam a razão?
pobres loucos, acreditam na revolução
em primeiro lugar…
Estou louco por poder olhar seus olhos e saber
que tudo lá fora pára de dar voltas
à nossa volta
todas as noites que me dás
uma carícia pa criar
algo muito diferente
incomodando e rebrincando para sobreviver.
Outra vez a arrastar me pelo chão
outra vez a vomitar o meu cérebro.
Novamente afundado na miséria
novamente confuso nesta merda
outra vez Caminho do talego
cago outra vez na tosse dos teus mortos.
Em primeiro lugar, manter a ilusão
Até quando nos negam a razão?
pobres loucos, acreditam na revolução
em nada, nunca pediremos perdão.