Real de Catorce — Lo peor de todo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Lo peor de todo" de Real de Catorce.
Letra
Lo peor de todo es que no hay huella de tus luces
Como he buscado en los andamios de la noche
Entre vampiros, entre vagos que en lo oscuro
Fincan puertos
Lo peor de todo es que la sabana mojada
Y tus jadeos maquillados de fantasmas
El mundo en tanto consumiéndose
En minutas de papel
Lo peor de todo es la ternura
Con que recoges a los hijos de la calle
Lo peor de todo estar desnuda
Para encarar la soledad de tus amantes
Que en tus pechos se vienen a morir
Lo peor de todo es que la calle llora mares
Que te persigan con sus redes peregrinas
Que de un café se puede ir al mismo fin del universo
Lo peor de todo es esta almohada calcinada
Y los silencios alquilándose en refugios
De cuántos pases, dime, puede embrujarte
Mi canción
Lo peor de todo es que la pinta me conoces
Que me hice un nido en tu axila estelada
Lo peor de todo es que los náufragos
Solemos desvariar
Lo peor de todo es la ternura
Con que recoges a los hijos de la calle
Lo peor de todo estar desnuda
Para encarar la soledad de tus amantes
Que en tus pechos se vienen a morir
Lo peor de todo es que no hay huella de tus luces
Como he buscado en los andamios de la noche
Entre vampiros, entre vagos que en lo oscuro
Fincan puertos
Tradução da letra
O pior de tudo é que não há impressões digitais das tuas luzes
Como procurei nos andaimes da noite
Entre vampiros, entre vagabundos que no escuro
Fincan portos
O pior de tudo é que a savana molhada
E os teus suspiros maquilhados de fantasmas
O mundo enquanto se consumindo
Em minutos de papel
O pior de tudo é a ternura
Com que você pega os filhos da rua
O pior de tudo estar nua
Para enfrentar a solidão de seus amantes
Que nos teus seios se vêm morrer
O pior de tudo é que a rua chora mares
Que te perseguam com as suas redes peregrinas
Que de um café se pode ir ao mesmo fim do universo
O pior de tudo é este travesseiro calcinado
E os silêncios alugando em abrigos
De quantos passes, diga-me, pode assombrá-lo
A minha canção
O pior de tudo é que a pinta me conheces
Que fiz um ninho na tua axila estelada
O pior de tudo é que os náufragos
Nós geralmente desvariamos
O pior de tudo é a ternura
Com que você pega os filhos da rua
O pior de tudo estar nua
Para enfrentar a solidão de seus amantes
Que nos teus seios se vêm morrer
O pior de tudo é que não há impressões digitais das tuas luzes
Como procurei nos andaimes da noite
Entre vampiros, entre vagabundos que no escuro
Fincan portos