Real de Catorce — El Virrey letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "El Virrey" de Real de Catorce.

Letra

Eres un pequeño borracho soñador
Vagando en la ciudad, como un virrey
Cargas tus venas de coca y crack y gritas:
«¡Amigos: soy una pluma fuente!»
…en una jaula de papel
Limpias con la lengua la sangre en el cristal
Hurgas en las faldas de un ángel ciego
Nada te importa el oro de su voz
Quieres el botín:
¡Quieres reventar la luna!
Antes de que amanezca
Llegas… al terreno de la muerte
Las puertas están… abiertas
Hueles…
Tu propio miedo
Como un perro huele su mierda
Sangre en cristal, dosis de realidad
Saliva expuesta rompiendo felicidad
Poniendo grapas en tu acta de nacimiento
Yo pongo el viaje
Tu te vas con el viento
Soy la pluma que tu vida pinta
Con mi tinta, tu alma extinta
Mi elemento el fuego, mi amor el juego
Enseñándole colores a los ciegos
Tapando el sol, con un solo dedo
Me trago yo mi ego
¿Quieres grifa? También soy el bueno
Todos saben que mi mierda nunca apesta
Todos me conocen como el alma de la fiesta
Muchas entradas, una salida
Ésa es el panteón, mi condena es la vida
Búscame en la esquina o mi celular
Si no quieres tu vida yo te puedo ayudar
Escuchas: así es la vida de un dealer en la calle
Yo soy el que vende este debraye
No hay nadie que me apañe:
Acompáñame
Eres un pequeño borracho soñador
Vagando en la ciudad, como un virrey
Cargas tus venas de coca y crack y gritas:
«¡Amigos: soy una pluma fuente!»
…en una jaula de papel
Limpias con la lengua la sangre en el cristal
Limpias con la lengua la sangre en el cristal
Si no quieres tu vida yo te puedo ayudar
Limpias con la lengua la sangre…

Tradução da letra

És um pequeno bêbado sonhador
Vagando na cidade, como um vice-rei
Carregas as veias de coca e crack e gritas:
"Amigos: Eu sou uma caneta-fonte!»
jaula em uma gaiola de papel
Limpas com a língua o sangue no vidro
Espreita nas saias de um anjo cego
Nada te importa o ouro da voz dele
Queres o saque:
Queres rebentar a lua!
Antes do amanhecer
Chegas al ao terreno da morte
As portas estão abiertas abertas
Cheiras…
O teu próprio medo
Como um cachorro cheira sua merda
Sangue em cristal, dose de realidade
Saliva exposta quebrando felicidade
Colocando grampos em sua certidão de nascimento
Eu faço a viagem
Tu vais com o vento
Sou a pena que a tua vida pinta
Com a minha tinta, a tua alma está extinta
Meu elemento o fogo, meu amor o jogo
Ensinando cores aos cegos
Tapando o sol, com um único dedo
Eu engulo o meu ego
Queres grifa? Também sou o bom
Toda a gente sabe que a minha merda nunca cheira mal
Todos me conhecem como a alma da festa
Muitas entradas, uma saída
É o Panteão, a minha condenação é a vida
Procura me no canto ou no meu telemóvel
Se não queres a tua vida eu posso ajudar te
Escutas: assim é a vida de um dealer na rua
Sou eu quem vende este debraye
Não há ninguém que me ajude:
Venha comigo
És um pequeno bêbado sonhador
Vagando na cidade, como um vice-rei
Carregas as veias de coca e crack e gritas:
"Amigos: Eu sou uma caneta-fonte!»
jaula em uma gaiola de papel
Limpas com a língua o sangue no vidro
Limpas com a língua o sangue no vidro
Se não queres a tua vida eu posso ajudar te
Limpas com a língua o sangue…