Raphael — Sentado a la Vera del Camino letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sentado a la Vera del Camino" de Raphael.
Letra
No me puedo mas quedar así
aquí, a esperarte
que un día de repente
tú regreses otra vez a mí
pero una vez más que puede ya cambiar
esta vida mía
a la vera estoy sentado
de un camino
que no tiene fin
Mi mirada vaga entre la gente
de aquel camino tan triste
la nostalgia del ayer que ya no existe
me está causando llanto
acaricia el sol mi cara
y tengo un sueño
un sueño de esperanza
el de verte aparecer allá
allá en la lejanía
Amor ven pronto, ya no resisto
si no regresas yo no existo
no existo, no existo, no…
Ha cambiado el tiempo,
está lloviendo
y a mí no me importa nada
pues mis lagrimas mezcladas
con la lluvia gritan
que te quiero tanto
busco dentro de mi gris destino
la fe que no se alcanza
solo soy un resto de esperanza
al borde de este camino
Mi amor lo perdí, ya no resisto
si no regresas yo no existo,
no existo, no, no, no, no existo, no…
Gentes, tierras, coches, todo, todo
se confunden aquí en mi mente
y mi sombra se ha cansado de seguir
y se muere lentamente
sólo tú no ves que ya no puedo más sufrir
este destino mío
y esperando siempre, siempre ver tu amor
a la vera de este camino
Preciso olvidar que yo existo
más preciso saber que sí existo,
que sí existo, yo existo sí…
la-la-la-la-la-la-la…
aquí, sentado a la vera del camino…
Tradução da letra
Não posso mais ficar assim
aqui, à tua espera
que um dia de repente
volta para mim
mas mais uma vez ele pode já mudar
esta minha vida
a la vera estou sentado
de um caminho
que não tem fim
Meu olhar vago entre as pessoas
daquele caminho tão triste
a nostalgia do ontem que já não existe
está a fazer me chorar
acaricie o sol meu rosto
e tenho um sonho
um sonho de esperança
o de te ver aparecer lá
lá na distância
Amor Vem depressa, já não aguento mais
se não voltares eu não existo
não existo, não existo, não…
O tempo mudou,
está a chover
e eu não me importo com nada
pois as minhas lágrimas misturadas
com a chuva eles gritam
que te amo tanto
eu procuro dentro do meu cinza destino
a fé que não se alcança
sou apenas um resto de esperança
à beira deste caminho
Meu amor perdi-o, já não aguento mais
se não voltares eu não existo,
não existo, Não, Não, Não, Não existo, não…
Pessoas, terras, carros, tudo, tudo
confundem-se aqui na minha mente
e a minha sombra cansou se de seguir
e morre lentamente
só tu não vês que já não posso mais sofrer
este meu destino
e esperando sempre, sempre ver seu amor
à beira deste caminho
Preciso esquecer que eu existo
mais preciso saber que existo,
que eu existo, eu existo sim…
la-la-la-la-la-la-la…
aqui, sentado à beira da estrada…