Raphael — La Ballade Du Pauvre letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Ballade Du Pauvre" de Raphael.

Letra

Je suis là chaque matin
Comme ça sur le chemin
À regarder le jour qui va et qui vient
À tendre la main
Et je vis sous un pont
Probable que j’aime pas les maisons
Ma vie je l’ai quittée
C'était il y a longtemps
Peut-être un été
Ô mon vieux je suis noir
Et du soir au matin
Plein comme une malle-cabine
Raide comme un passe-lacet
Je connais même plus mon nom
Je n’restarai pas trop tard
J’aime mieux aller ailleurs
Là où ce s’rait pas pire peut-être même meilleur
On peut toujours rêver
Non non non non
Bien content de partir
Non non non non
J’espère ne pas revenir
Ils m’ont trouvé un matin
Raide comme un parchemin
Avec dans les poches
Deux trois souvenirs rien d’autre qu’une broche
M’ont mené en camion
Dans un genre de maison
Où ils m’ont disséqué mon vieux
Tu pouvais pas t’nir guère plus longtemps
Qu’ils disaient qu’ils disaient qu’ils disaient
C’est pas brillant
Non non non non
Bien content de partir
Non non non non
J’espère ne pas revenir
Je suis là chaque matin
Comme ça sur le chemin
À regarder la vie qui va et qui vient
Qui colle à la peau
Et je m’en vais ce soir
Je finirai bien quelque part
Loin des lits en papier de mes pieds blessés
De leurs cheminées noires
Du vent du soir
Non non non non

Tradução da letra

Estou aqui todas as manhãs.
Assim no caminho
Para ver o dia chegar e partir
Estender
E eu vivo debaixo de uma ponte
Provavelmente não gosto de casas.
Deixei a minha vida
Foi há muito tempo.
Talvez um verão.
Ó meu velho eu sou negro
E de tarde a manhã
Cheio como uma bagageira
Duro como um atacador
Já nem sei o meu nome.
Não vou ficar até muito tarde.
Gosto de ir a outro lugar.
Onde não é pior talvez ainda melhor
Podemos sempre sonhar
Não, Não, Não.
Fico feliz por ir.
Não, Não, Não.
Espero não voltar.
Encontraram-me uma manhã.
Íngreme como um pergaminho
Com bolsos
Duas três memórias nada mais que um alfinete
Levaram-me num camião.
Numa espécie de casa
Onde dissecaram o meu velho
Não podias ter mais nirte.
Que eles disseram que eles disseram que eles disseram
Não é brilhante.
Não, Não, Não.
Fico feliz por ir.
Não, Não, Não.
Espero não voltar.
Estou aqui todas as manhãs.
Assim no caminho
Para ver a vida entrar e sair
Que adere à pele
E vou-me embora esta noite.
Vou acabar bem algures.
Longe dos bancos de papel dos meus pés feridos
Das suas chaminés Negras
Do vento da noite
Não, Não, Não.