Ramón Ayala — Posadeña Linda letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Posadeña Linda" de Ramón Ayala.

Letra

Y me fui por la bajada vieja
Donde un día conocí el amor
Y cruce por sus calles de tierra
Con el alma llena de ilusión
Pero solo me esperaba el río
Acariciándome el corazón
Río, río, mío, mío
Dame sueños dame
que quiero soñar.
Posadeña linda pequeña flor de Mburucuyá
Te llevo en la sangre con tu misterio, tu soledad
Vengo de otras tierras, de otros caminos, de otro lugar
A buscar tu lumbre, tus ojos claros, tu palpitar.
Río, río, mío, mío
Dame sueños dame
que quiero soñar.
Que tienes mi tierra roja
Que a todas parte te llevo
Que por mas que ande caminos
Me sigues con tu misterio.
Que tienes mi tierra roja
Con tus noches embrujadas
Tus gurises, tus mujeres
Cerro Azul y Candelaria
Y el grito de los hacheros
Brotando por las picadas
Que tienes tierra roja
Que me va doliendo el alma.
La barranca de los pescadores
La canoa y el camalotal
El perfume que en la noche enciende
mi Posadas llena de azahar
todo, todo vuelve con tu imagen
y la tierra comienza a cantar.
Río, río, mío, mío
Dame sueños dame
que quiero soñar.
Posadeña linda pequeña flor de Mburucuyá
Te llevo en la sangre con tu misterio, tu soledad
Vengo de otras tierras, de otros caminos, de otro lugar
A buscar tu lumbre, tus ojos claros, tu palpitar.
Río, río, mío, mío
Dame sueños dame
que quiero soñar.

Tradução da letra

E fui pela descida velha
Onde um dia conheci o amor
E atravesse suas ruas de terra
Com a alma cheia de ilusão
Mas eu só esperava o rio
Acariciando meu coração
Rio, rio, meu, meu
Dá me sonhos
que eu quero sonhar.
Posadeña linda pequena flor de Mburucuyá
Levo-Te ao sangue com o teu mistério, a tua solidão
Venho de outras terras, de outros caminhos, de outro lugar
A procurar a tua luz, os teus olhos claros, o teu palpitar.
Rio, rio, meu, meu
Dá me sonhos
que eu quero sonhar.
Que tens a minha terra vermelha
Que a toda a parte Te levo
Que por Mais que ande caminhos
Estás a seguir-me com o teu mistério.
Que tens a minha terra vermelha
Com as tuas noites assombradas
Os teus gurises, as tuas mulheres
Cerro Azul e Candelaria
E o grito dos lenhadores
Brotando pelas picadas
Que tens terra vermelha
Que me dói a alma.
A ravina dos pescadores
A canoa e o camalotal
O perfume que à noite acende
as minhas pousadas cheias de flor de laranjeira
tudo, tudo volta com sua imagem
e a terra começa a cantar.
Rio, rio, meu, meu
Dá me sonhos
que eu quero sonhar.
Posadeña linda pequena flor de Mburucuyá
Levo-Te ao sangue com o teu mistério, a tua solidão
Venho de outras terras, de outros caminhos, de outro lugar
A procurar a tua luz, os teus olhos claros, o teu palpitar.
Rio, rio, meu, meu
Dá me sonhos
que eu quero sonhar.