Quique Gonzalez — Se Nos Iba La Vida letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Se Nos Iba La Vida" de Quique Gonzalez.

Letra

Se nos iba la vida al quitarnos la ropa
en aquella pensión tan pegada a la playa,
nos contamos mentiras, nos compramos promesas
nos hacían cosquillas las luces del alba.
Se vestía deprisa, encendía un cigarro,
me miraba a través del espejo del baño
y se echaba a reír.
Me ponía a tocar Si estuvieras aquí
No no woman no cry. Déjame. Stand by me
y de pronto se fue de las manos
no la he vuelto a ver
y los niños me lanzan un corte de mangas
al pasar el tren.
Y que no rocen la herida,
no me ofrezcan otro trato,
no me vayan a engañar,
es la forma más sencilla
cuando eludes tu pasado
de no, de no volverlo a pisar.
Estará como siempre en alguna frontera
persiguiendo algún tipo en mitad de la noche,
estará consiguiendo vivir de quimeras,
recordando los cuerpos, olvidando los nombres.
Estarán intentando sacarme de quicio
las miradas al sur, los recuerdos de entonces,
estaré consiguiendo sentirme yo mismo
en las pieles de otros, en la boca de todos
Y que no rocen la herida
Y el amor es la moneda que dejamos
siendo niños en la vía del tren.
Y tu cama la autopista que incendiamos
no tan jóvenes.
Y que no rocen la herida
Se nos iba la vida al quitarnos la ropa
en aquella pensión tan pegada a la playa

Tradução da letra

A nossa vida ia se embora quando tirávamos a roupa
naquela pensão tão colada à praia,
contamos mentiras, compramos promessas
as luzes da madrugada faziam-nos Cócegas.
Vestia-se depressa, acendia um cigarro,
olhava para mim através do Espelho da casa de banho
e estava a rir-se.
Tocava me se estivesses aqui
Não Não woman não cry. Deixa-me. Stand by me
e de repente ele saiu de mãos dadas
nunca mais a vi
e as crianças atiram me um corte de mangas
ao passar o comboio.
E não borrife a ferida,
não me ofereçam outro acordo,
não me enganem,
é a maneira mais simples
quando você elude seu passado
de não, de não voltar a pisá-lo.
Estará, como sempre, em alguma fronteira
a perseguir um tipo a meio da noite,
estará conseguindo viver de quimeras,
recordando os corpos, esquecendo os nomes.
Estão a tentar irritar me
os olhares para o sul, as memórias de então,
vou conseguir sentir me eu mesmo
nas peles dos outros, na boca de todos
E não borrife a ferida
E o amor é a moeda que deixamos
sendo crianças na Via Férrea.
E a tua cama a auto estrada que incendiamos
não tão jovens.
E não borrife a ferida
A nossa vida ia se embora quando tirávamos a roupa
naquela pensão tão colada à praia