Protest The Hero — Cold Water letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Cold Water" de Protest The Hero.
Letra
Twisting through contorted limb
Sober now from distant whim
Batten down the hatches
The storm approaches, the thunder crashes
It cannot wait
It must be now
A shot’s been fired across the bow
What presence here has been proclaimed?
What once was unspoken is finally named
So this is sinking, or so it seems
Diving fathoms in lucid dreams
With lungs now aching, begging for air
And only cold water answers
With a cinder block anchor, hope turns to despair
Ripped from the womb and left to the ocean’s care
Cold water
So just sink, let go, slip into the depths
Let the pieces of a wasted life slip past the fingertips
Rejoice, exult, a fitting conclusion to a melancholy myth
A grave at sea, an absentee, whose presence won’t be missed
Picking at the bones that came to rest on the ocean bed
Whose subtle pose tells a tale of those that sink like lead
Summon the ire left hanging in moments that swings by the neck to and fro.
Assured by the light that there’s one way to go Death is callous, strange, and sudden
A pious, indignant glutton
Whose hands are soft, warm, and inviting
Tradução da letra
Torcer através do membro contorcido
Sóbrio agora de um capricho distante
Baixem as escotilhas.
A tempestade aproxima-se, o trovão cai
Não pode esperar.
Deve ser agora.
Foi disparado um tiro na proa.
Que presença aqui foi proclamada?
O que antes não foi dito é finalmente chamado
Então isto está a afundar - se, ou assim parece.
Mergulhos em sonhos lúcidos
Com os pulmões a doer, a implorar por ar
E só a água fria responde
Com uma âncora de bloco de cimento, a esperança transforma-se em desespero.
Arrancado do útero e deixado ao cuidado do oceano
Água fria
Por isso afunda-te, deixa-te ir, vai para as profundezas
Que os pedaços de uma vida desperdiçada passem pelas pontas dos dedos
Alegra-te, exulta, uma conclusão adequada para um mito melancólico
Um túmulo no mar, um ausente, cuja presença não será esquecida
Apanhar os ossos que vieram descansar no leito oceânico
Cuja pose subtil conta uma história daqueles que afundam como chumbo
Invoquem a ira deixada pendurada em momentos que balançam pelo pescoço para a frente e para trás.
Assegurado pela luz que há um caminho a percorrer a morte é insensível, estranha e repentina
Um devoto, indignado glutão
Cujas mãos são suaves, quentes e convidativas