Projet Orange — Les Géants letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Les Géants" de Projet Orange.

Letra

Dans mes affaires personnelles
Que des affaires matérielles
Que je garde et regarde
Qui se brisent, que je recharge
À chaque jours c’est noël
Tous mes désirs sont essentiels
Dans la hâte, je me gâte
Et me perds dans les objets de marque
Pire… meilleur…
Que ces méchants marchants d’or noir
Qui sait?
À mort ! À mort ! Les géants de la terre
À mort ! À mort ! Les besoins planétaires
À mort ! À mort ! Les géants…
Dans la tempete existentielle
Que des dommages matériels
Dans le noir, au fond de l’arche
Je demeure en état de marche
Tous les dollars qui m’appartiennent
Feront de moi une reine de marbre
Rien que de marbre
Belle et froide, indésirable
Pire… meilleur…
Que ces méchants marchants d’or noir
Qui sait?
À mort ! À mort ! Les géants de la terre
À mort ! À mort ! Les besoins planétaires
À mort ! À mort ! Les géants planétaires
À mort ! À mort ! Les besoins de la terre
Ils sont là derrière, convoitant le noir
Voilant la lumière
Quelquun peut-il me dire pourquoi?

Tradução da letra

Nos meus assuntos pessoais
Apenas assuntos materiais
Que eu fico e observo
Aquela ruptura, que eu recarrego
Todos os dias é Natal
Todos os meus desejos são essenciais
Com pressa, Mimo-me
E perder-se em itens de marca
Pior ... melhor…
Que estes malvados mercadores de Ouro Negro
Quem sabe?
Até à morte ! Até à morte ! Os gigantes da Terra
Até à morte ! Até à morte ! Necessidades globais
Até à morte ! Até à morte ! gigante…
Na tempestade existencial
Unicamente danos materiais
No escuro, no fundo da Arca
Continuo em ordem.
Todos os dólares que me pertencem
Fará de mim uma rainha de mármore
Só mármore.
Bela e fria, indesejável
Pior ... melhor…
Que estes malvados mercadores de Ouro Negro
Quem sabe?
Até à morte ! Até à morte ! Os gigantes da Terra
Até à morte ! Até à morte ! Necessidades globais
Até à morte ! Até à morte ! Os gigantes planetários
Até à morte ! Até à morte ! As necessidades da Terra
Estão lá atrás, a cobiçar o escuro.
Velando a luz
Alguém me pode dizer porquê?