Poncho K — Bla, Bla, Bla letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Bla, Bla, Bla" de Poncho K.
Letra
Hoy te quiero regalar mi tesoro más preciado
Por los que no tienen nada
Mi manera de pensar
El vivir sin odio, conservar la libertad
¿por qué habla el resentimiento?
Pues el cebao que sabrá
Que es mejor oír al gallo levantando una mañana
Que a un cabrón matar a palos
Porque sea lo que será
El vivir en la inocencia, contemplar esta belleza
¿Por qué habla el remordimiento?
Y tu lo escuchas, ¿pa que?
Que es siempre está aburrío, ¡da un quejío!
Y las manchas solamente pal vestío
Y nunca pa tu conciencia
Que das vueltas en la cama y no te quedas dormío
Y seguir adelante, confiando en el tiempo, ¡ya sabes!
Cada uno apostando por un ideal
Y dejarte arrastrar por el viento
Reventándote con las paredes
No te importe, algo habrás aprendío, bla, bla, bla…
Y me da igual que me quiten los galones
Que son mis aspiraciones
Porque tengo dos cojones dentro de los pantalones
Que me corre por las venas el rechazo a la condena
La vergüenza siempre ajena, funcionarios
Hay decenas
Tradução da letra
Hoje eu quero te dar meu tesouro mais precioso
Por aqueles que não têm nada
A minha maneira de pensar
Viver sem ódio, manter a liberdade
por que o ressentimento fala?
Pois o cebao que saberá
Que é melhor ouvir o galo levantando uma manhã
Que um filho da mãe matar paus
Porque seja o que for
Viver na inocência, contemplar esta beleza
Por que fala o remorso?
E tu ouves, pai?
O que é sempre está aborrecido, dá um gemido!
E as manchas só pal vestido
E nunca pa sua consciência
Que voltas na cama e não adormeces
E seguir em frente, confiando no tempo, você sabe!
Cada um apostando em um ideal
E deixar te arrastar pelo vento
Rebentando com as paredes
Não te importes, alguma coisa aprendeste, blá, blá, blá…
E não me interessa se me tiram os galões
Que são as minhas aspirações
Porque tenho dois tomates dentro das calças
Que me corre nas veias a rejeição da condenação
Vergonha sempre alheia, funcionários
Há dezenas