Pierre Perret — La bête est revenue letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La bête est revenue" de Pierre Perret.
Letra
Sait-on pourquoi, un matin,
Cette bête s’est réveillée
Au milieu de pantins
Qu’elle a tous émerveillés
En proclamant partout, haut et fort:
«Nous mettrons l'étranger dehors»
Puis cette ogresse aguicheuse
Fit des clones imitatifs.
Leurs tirades insidieuses
Convainquirent les naïfs
Qu’en suivant leurs dictats xénophobes,
On chasserait tous les microbes.
Attention mon ami, je l’ai vue.
Méfie-toi: la bête est revenue !
C’est une hydre au discours enjôleur
Qui forge une nouvelle race d’oppresseurs.
Y a nos libertés sous sa botte.
Ami, ne lui ouvre pas, ta porte.
D’où cette bête a surgi,
Le ventre est encore fécond.
Bertold Brecht nous l’a dit.
Il connaissait la chanson.
Celle-là même qu’Hitler a tant aimée,
C’est la valse des croix gammées
Car, pour gagner quelques voix
Des nostalgiques de Pétain,
C’est les juifs, encore une fois,
Que ces dangereux aryens
Brandiront comme un épouvantail
Dans tous leurs sinistres éventails.
Attention mon ami, je l’ai vue.
Méfie-toi: la bête est revenue !
C’est une hydre au discours enjôleur
Qui forge une nouvelle race d’oppresseurs.
Y a nos libertés sous sa botte.
Ami, ne lui ouvre pas, ta porte.
N'écoutez plus, braves gens,
Ce fléau du genre humain,
L’aboiement éc urant
De cette bête à chagrin
Instillant par ces chants de sirène
La xénophobie et la haine.
Laissons le soin aux lessives
De laver plus blanc que blanc.
Les couleurs enjolivent
L’univers si différent.
Refusons d’entrer dans cette ronde
Qui promet le meilleur des mondes.
Attention mon ami, je l’ai vue.
Méfie-toi: la bête est revenue !
C’est une hydre au discours enjôleur
Dont les cent mille bouches crachent le malheur.
Y a nos libertés sous sa botte.
Ami, ne lui ouvre pas, ta porte.
Car, vois-tu, petit, je l’ai vue,
La bête. La bête est revenue.
(Merci à Naxm pour cettes paroles)
Tradução da letra
Sabemos porquê, uma manhã,
Esta besta acordou
No meio dos pantins
Que ela se maravilhou
Proclamando em todo o lado, alto e bom som:
"Vamos apagar o estranho»
Então este Ogre assustador
Fez clones imitativos.
As suas traições
Convenceu os ingénuos
Que seguindo os seus ditames xenófobos,
Caçávamos todos os micróbios.
Cuidado, meu amigo. EU VI-a.
Cuidado: a Besta voltou !
É uma hidra com um discurso brincalhão.
Que está a forjar uma nova raça de opressores.
As nossas liberdades estão debaixo da Bota dele.
Amigo, não lhe abras a porta.
De onde esta besta surgiu,
A barriga ainda é fértil.
O Bertold Brecht contou-nos.
Ele conhecia a canção.
O único que Hitler amava tanto,
Esta é a valsa das suásticas
Porque, para ganhar alguns votos
Petain nostálgico,
São os judeus, outra vez.,
Que estes arianos perigosos
Maneja como um Espantalho
Em todos os seus fãs sinistros.
Cuidado, meu amigo. EU VI-a.
Cuidado: a Besta voltou !
É uma hidra com um discurso brincalhão.
Que está a forjar uma nova raça de opressores.
As nossas liberdades estão debaixo da Bota dele.
Amigo, não lhe abras a porta.
Não ouçam, boas pessoas.,
Este flagelo da raça humana,
CE urant barking
Desta besta à tristeza
Instilando por estes cantos de sereia
Xenofobia e ódio.
Vamos deixar o cuidado para a lavandaria
Para lavar mais branco que branco.
Cores embelezadas
O universo é tão diferente.
Recusemo-nos a entrar nesta ronda.
O que promete o melhor do mundo.
Cuidado, meu amigo. EU VI-a.
Cuidado: a Besta voltou !
É uma hidra com um discurso brincalhão.
Cujas cem mil bocas cuspem desgraça.
As nossas liberdades estão debaixo da Bota dele.
Amigo, não lhe abras a porta.
Porque eu vi-A.,
Besta. A besta voltou.
(Agradecimentos a Naxm para estas palavras)