Pierre Lapointe — Paradis des billes letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Paradis des billes" de Pierre Lapointe.

Letra

Ceux qui n’iront pas à la mort
Ceux qui s’endorment dans les ports
Qualités d’étranges éternels
Un jour ils replieront leurs ailes
Deux par deux, ils s’enfonceront
De par-dessous les pieds tapant
Pour crever les yeux, les pupilles
Dans le grand paradis des billes
Ceux qui s’endorment sur la belle
Ceux qui, les joues de rouge à lèvres,
Oublient de présenter la chaire
Oublient de mouler les cheveux
Et même malgré la tristesse
Des grands regards qui les blessent
Au milieu du verre d’une bille
Les garçons regrettent les filles
Celles qui ont fait sonner les cloches
Celles qui ravivent la belle époque
Oublient de rapiécer la robe
Oublient de mouler les cheveux
Adieu à vous, les femmes jalouses
Vous que j’aurais prises pour épouses
La bouche et les yeux déchirés
Par les amants dépossédés
Vous qui partez sur l’Atlantique
Pour les soleils primés d’Afrique
Vous qui, toujours les mains glaciales,
Délaissez les caresses fœtales
Mort à vous, tous les hommes jaloux
Vous qui mourez de par les loups
La bouche et les yeux déchirés
Par les amantes possédées
J’irai au paradis des billes
Brûler les trois mille souvenirs
Des trop belles et trop grandes filles
Que je n’aurai jamais volées
Et même malgré la tristesse
Des grands regards qui me blessent
Mains prises, je m’enfoncerai
Dans le grand paradis des billes
Au paradis des billes
Les hommes sont jupons
Les douleurs sont teintées
De dentelles et de rires
Malgré la main de l’autre
De trop près similaire
De couleur de jonquille
Moi, j’ai les yeux qui brillent
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Tradução da letra

Aqueles que não vão morrer
Aqueles que adormecem nos portos
Qualidades de eterno estranho
Um dia eles dobrarão as suas asas
Dois por dois, eles vão afundar
De baixo dos pés batendo
Para morrer olhos, pupilas
No grande paraíso dos berlindes
Aqueles que adormecem no belo
Aqueles que, bochechas de batom,
Esqueça de apresentar a cadeira.
Esquecer de moldar o cabelo
E mesmo apesar da tristeza
Grandes olhares que os magoaram
No meio do copo de uma bola
Os rapazes arrependem-se das raparigas
Os que faziam os sinos tocarem
Os que reavivam a belle Epoque
Esqueça de remendar o vestido.
Esquecer de moldar o cabelo
Adeus, mulheres ciumentas.
Ter-te-ia tomado por esposas
Boca e olhos rasgados
Por amantes despossuídos
Tu que vais para o Atlântico
Para os sóis vencedores de África
Você que, sempre mãos geladas,
Desistir das carícias fetais
Morte para ti, todos os homens ciumentos
Tu que morres pelos lobos
Boca e olhos rasgados
Por amantes possuídos
Vou para o paraíso dos berlindes.
Queimem as três mil memórias
Demasiado bonitas e muito grandes Raparigas
Que eu nunca roubei
E mesmo apesar da tristeza
Grandes olhares que me magoaram
Mãos dadas, eu afundo-me.
No grande paraíso dos berlindes
No paraíso dos berlindes
Os homens são petticoats.
As dores são fumadas
Rendas e risos
Apesar da mão um do outro
Muito semelhante
Cor do 'narffodil'
Tenho olhos que brilham
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