Pierre Flynn — Les splendeurs letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Les splendeurs" de Pierre Flynn.
Letra
La petite mendiante sur le pont de Dublin
S’accroupit au trottoir à l’affût des gendarmes
Et dans le frais du soir sur sa flûte d'étain
Elle joue un air si pur que j’avalais mes larmes
Sur un sentier de roches entre ciel et mer
Un vieux Grec et son âne au loin marchent vers nous
Debout sous le soleil homme de la Terre!
«Yassou!» me dit-il et je réponds «Yassou!»
Ô splendeurs
Quand j’ouvre grand les yeux
Ô douceur
Toujours être amoureux
Amoureux
Dans le parc une femme nourrit les hirondelles
Elle est là de tout temps à côté des clochards
Et ses yeux de lumière ne voient plus les mortels
Un cygne esseulé passe sur le fleuve blafard
C’est le temps des mensonges on ne comprends plus rien
Il reste les tambours et les rites anciens
Quand ça me touche là je renais de mes cendres
Salim joint les deux mains sur nous l’esprit peut descendre
Ô splendeurs
Quand j’ouvre grand les yeux
Ô douceur
Toujours être amoureux
Amoureux
Pour ces contrées de l'âme où l’on ne va plus
Pour la beauté du monde qui pâlit doucement
Pour l’oiseau rouge en nous et nos espoir fourbus
J'échappe ma prière aux caprices du temps
Ô splendeurs
Quand j’ouvre grand les yeux
Ô douceur
Toujours être amoureux
Amoureux
Tradução da letra
O pedinte na Ponte de Dublin
Agacha-se no passeio à procura de guardas.
E à noite, na sua flauta de estanho,
Ela toca um ar tão puro que engoli as minhas lágrimas.
Num caminho de rochas entre o céu e o mar
Um velho grego e o seu burro à distância caminham na nossa direcção
Fiquem debaixo do sol, homem da Terra!
"Yassou!"ele diz-me e eu respondo:" Yassou!»
Ó esplendores
Quando abro os olhos
O doçura
Estar sempre apaixonado
Amante
No parque uma mulher alimenta andorinhas
Ela está sempre ao lado dos vagabundos.
E os seus olhos de luz já não vêem mortais.
Um cisne solitário passa no Rio blafard
Está na hora das mentiras que já não entendemos nada.
Continua a ser os antigos tambores e ritos.
Quando me toca lá, renasci das minhas cinzas.
Salim junta as duas mãos em nós a mente pode descer
Ó esplendores
Quando abro os olhos
O doçura
Estar sempre apaixonado
Amante
Pelas terras da alma onde já não vamos
Pela beleza do mundo que gentilmente empalidece
Para o pássaro vermelho em nós e as nossas esperanças fourbus
Escapo à minha oração dos caprichos do tempo
Ó esplendores
Quando abro os olhos
O doçura
Estar sempre apaixonado
Amante